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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Venda de motos volta a crescer no 1º semestre depois de 7 anos

Emplacamentos tiveram alta de 6,9% de janeiro a junho de 2018. Mesmo assim, nível de vendas ainda é menor que o de 2005

Publicado no portal G1 em 05/07/2018
venda de motos novas voltou a crescer no 1º semestre de 2018 depois de 7 anos. De acordo com a associação das concessionárias, a Fenabrave, o segmento teve alta de 6,9% no acumulado de janeiro a junho, em relação ao mesmo período de 2017.
Foram 456.889 unidades emplacadas no ano, enquanto o setor havia alcançado 427.275 em 2017. Mesmo assim, o nível de vendas atual é menor que o de 2005, que teve 481.098 motos emplacadas nos primeiros seis meses.

“Temos boas perspectivas para o ano pela recuperação da renda das classe C, D e E, que são as maiores compradores de motos de baixa cilindrada”, disse Celso Porto, vice-presidente de motos da Fenabrave.

Também ajuda na recuperação uma maior disponibilidade de crédito pelos bancos. Segundo a entidade, a cada 10 pedidos de financiamento de motos pelo menos 2 estão sendo atendidos, contra 1,7 no começo do ano.
O financiamento responde por 40% das vendas de motos, o consórcio 33% e as compras à vista 27%.

O mês de junho fechou com 74.089 motos vendidas no Brasil, o que representa uma leve alta anual de 3,22%, comparado a junho de 2017. Mas a greve dos caminhoneiros acabou afetando o desempenho do setor. Na comparação com maio, os emplacamentos caíram 8,83%.

Segundo Celso Porto, a queda de 8,8% de maio para junho só ocorreu pelos “problemas de abastecimento provocados pela greve dos caminhoneiros, que deixou sem transporte a zona franca de Manaus”.
“Sem a greve, o resultado teria sido positivo. Houve uma ‘gap’ de pelo menos 20 dias, primeiro foram as motos que ficaram presas lá (em Manaus), depois as peças não chegaram para a produção. A situação ainda está se normalizando”, completou Porto.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

'Cinquentinhas' fazem Shineray passar Yamaha em emplacamentos

Honda segue na liderança com 62.019 motos emplacadas no mês. Shineray aparece em 2º, com 10.527 unidades.

Publicado no portal G1 em 02/02/2016
As novas regras para os ciclomotores, as chamadas 'cinquentinhas", fizeram a Shineray ultrapassar a Yamaha em emplacamentos em janeiro de 2016, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), nesta segunda-feira (1). Veja o ranking dos emplacamentos em janeiro/2016:
1. Honda - 62.019 unidades;
2. Shineray - 10.527 unidades;
3º Yamaha - 9.937 unidades;
4º Traxx - 1.976 unidades;
5º Dafra - 1.458 unidades;
6º Suzuki - 958 unidades;
7º Bravax - 869 unidades;
8º BMW - 649 unidades;
9º Wuyang - 548 unidades;e
10º Kawasaki - 433 unidades.
Em vigor desde julho de 2015, a nova regra para as 'cinquentinhas' transferiu das prefeituras para os Detrans o emplacamento, com o objetivo de tirar o segmento da informalidade.

A mudança foi pedida pelas prefeituras, que alegaram não ter condições de arcar com o processo. A consequência foi que, apesar de o Código de Trânsito obrigar que os ciclomotores sejam licenciados, muitas "cinquentinhas" circulavam sem placa.

Desse modo, os emplacamentos da Shineray, a principal vendedora de ciclomotores do Brasil, não representa apenas veículos novos, mas todos que ainda não estavam emplacados.

Outra marca que sofreu do "efeito cinquentinha" foi a Traxx, que em janeiro chegou a 4ª posição.Venda de motos cai 11,42% em janeiro
O segmento de motos vendeu 96.243 unidades em janeiro. Se comparar com o mesmo mesmo de 2015, a queda foi de 11,42%, já que foram vendidas 108.653 unidades no período. Na comparação com dezembro, que ficou com 131.264 unidades emplacadas, a queda foi de

sábado, 22 de agosto de 2015

Honda reduz produção de motos em 18% para evitar demissões

Mário Okubo, gerente relações institucionais Honda Motos

Empresa produz 5 mil motocicletas por dia contra 7 mil na 'pré-crise'.

Publicado no portal G1.com 20/08/2015
A crise econômica que afeta o Brasil chegou também ao polo de duas rodas. Na Zona Franca de Manaus, onde houve 14% mais demissões no 1º semestre do que no mesmo período de 2014, a Honda produziu 18% menos motos de janeiro a junho, na comparação com 1 ano atrás. A marca é a maior fabricante desse tipo de veículo no Brasil, detentora de 80% do mercado.
Saem da linha cerca de 5 mil motos por dia contra mais de 7 mil na época "pré-crise". "Hoje sai uma moto em torno de 20 a 22 segundos no final da linha de montagem. Em alta produção, esse tempo chega a 18 segundos. Essa é uma medida para a gente controlar a produção e, até por isso, conseguimos manter uma mão de obra ociosa", explicou o o gerente de relações institucionais da Moto Honda, Mário Okubo.

A montadora diz enfrentar o momento investindo na renovação da motocicleta mais vendida, a CG 150, que agora se chama CG 160, e do modelo mais popular, a Pop. "Esses modelos sempre foram nossos carros-chefe. As mudanças são mais em função do mercado, da necessidade dos consumidores, do que eles querem. Esses modelos são nossas maiores vendas, correspondem a cerca de 500 mil unidades por ano", disse Okubo. Em 2014, CG 150 e Pop venderam cerca de 450 mil unidades.

As motos também ficaram mais caras. Para o Amazonas, a Pop 110i tem preço sugerido de R$ 5.900. Para a nova CG 160, que substitui a antiga CG 150, o preço médio no estado é de R$ 7.990, para a CG 160 Fan, e R$ 9.990, para a top de linha CG 160 Titan. Os valores não incluem frete e seguro.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Produção de motos tem pior 1º semestre desde 2005, diz Abraciclo

Volume de 699.461 unidades ficou 9,5% abaixo de 2014.Junho apresentou alta anual de 50,3%, com 116.933 motos feitas.

Publicado no Portal G1 em 08/07/2015
A produção de motos teve queda de 9,5% no 1º semestre de 2015, informou a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores e Similares (Abraciclo), nesta quarta-feira (9). De acordo com a entidade, foram 699.461 unidades feitas de janeiro a junho, rendimento inferior em relação às 772.943 motos do mesmo período de 2014.
Este foi o pior resultado em produção para o setor de motos no Brasil desde 2005, quando 609.989 motos foram fabricadas no 1º semestre. Em junho, com 116.933 unidades produzidas, houve queda de 2%, na comparação com maio (119.280) e alta de 50,3% em relação ao mesmo mês de 2014, quando o volume foi de 77.788.

Enquanto o segmento como um todo está em queda, os scooters registraram evolução de 15,8% nas vendas no varejo do primeiro semestre de 2015 em comparação com 2014, passando de 17.661 para 20.448 unidade.
Já o segmento de motocicletas premium (acima de 450 cm³), após seguidos períodos de crescimento contínuo, registrou queda de 4,9% neste semestre. Foram comercializadas 26.222 unidades de janeiro a junho de 2015 e no mesmo período de 2014, foram 27.562 unidades.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Produção de motos atinge o menor nível em 10 anos, diz Abraciclo

Acumulado do ano chegou a 582.528 unidades, o pior desde 2005. Em maio, setor teve queda de 12,3%, em relação ao mesmo mês de 2014.

Publicado no portal G1 em 10/06/2015
A produção de motos atingiu o menor nível em 10 anos, informou a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas e Similares (Abraciclo), nesta quarta-feira (10). De acordo com a entidade, o acumulado de janeiro a maio chegou a 582.528 unidades, o pior resultado do setor desde 2005, quando havia alcançado 495.098 motos no mesmo período.
Comparado a 2014, que fechou os 5 primeiros meses do ano com 695.155 unidades, a queda em 2015 foi de 16,2%. Em maio, foram produzidas 119.280 motocicletas, o que corresponde a uma alta de 15,7% em relação a abril (103.061 unidades), porém também indica uma queda de 12,3% em comparação com o mesmo mês de 2014 (136.080 unidades).

“A instabilidade macroeconômica, atrelada à falta de confiança do consumidor, reforça o momento de cautela. O setor já havia feito uma redução nas projeções de produção e vendas para 2015, porém, diante da piora do cenário, novos ajustes não estão descartados”, afirmou Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, em comunicado.

A queda no setor de motos acompanha resultados na produção de veículos, que voltou ao nível de 2005, em seus números alcançados no mês de maio.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Participação por Região Geografica do Brasili

Participação por Região Geográfica no Segmento de Motocicletas

Dados da FENABRAVE de 27 de julho de 2010, indicam que a participação da região Nordeste no segmento de motocicletas saltou de 29,89% para 33,63% comparando o primeiro semestre de 2010 com o mesmo período do ano anterior. A região Norte apresentou pequeno crescimento, aumentando de 9,64% para 9,69%. Já a participação nas outras regiões caiu. Na Sudeste, a queda foi de 35,82% para 34,65%, enquanto a Sul retraiu de 13,69% para 12,04% e a Centro-Oeste, de 10,69% para 9,99%.