quarta-feira, 23 de março de 2011

Honda lança Big Trail Transalp 700 no Brasil

Transalp XL 700 vem com missão de liderar o segmento Big trail no Brasil. Será que vai conseguir???
Combinando vocação estradeira, facilidade na pilotagem e potente motor,
a XL 700V Transalp conquistou uma legião de fãs ao longo de sua trajetória no mundo. Seu porte imponente, aliado à força do motor bicilindrico em V, proporciona versatilidade, controle e emoção tanto no uso urbano quanto em viagens. Já consagrado no mercado europeu, o modelo chega ao Brasil para oferecer ao consumidor brasileiro a opção ideal para encarar as mais emocionantes aventuras.
Atributos como facilidade na pilotagem, conforto e agilidade garantem excelente desempenho em qualquer situação e permitem desbravar novos horizontes, independentemente dos obstáculos que se apresentem. Por isso, satisfaz os anseios dos mais variados tipos de motociclistas – desde aqueles que necessitam de um veículo para uso diário até os mais aventureiros, que concretizam o sonho de cruzar continentes.
A XL 700V Transalp surgiu no mercado europeu como resposta à crescente popularidade do rali mais disputado do mundo – o Paris-Dakar. Agora, é apresentada ao mercado brasileiro com suas principais características revitalizadas. O modelo chega para liderar a categoria Big Trail no País, apostando na elegância, conforto, fácil pilotagem e, principalmente, força em qualquer situação.
Estilo aventureiro
A XL 700V Transalp inaugura um novo capítulo nos quesitos estilo e diferenciação. As linhas do conjunto refletem uma filosofia sempre dinâmica e aventureira, com carenagens estreitas e compactas, linhas agressivas e angulares em todos os elementos que a compõem. Seu design transmite força, robustez, seguindo a tendência Adventure.
A dianteira é compacta e apresenta bom comportamento aerodinâmico, devido ao pára-brisa que reduz a resistência do ar, proporcionando uma pilotagem mais confortável e prazeirosa em viagens.
O painel de instrumentos traz conta-giros analógico e mostrador digital, reforçando o estilo moderno e esportivo do modelo. Os mostradores de LCD incluem informações de velocidade, quilometragem percorrida, relógio, indicador de nível de combustível e temperatura do líquido de arrefecimento do motor.
O tanque de combustível completa o design do conjunto e tem capacidade máxima de 17,5 litros, proporcionando boa autonomia para viagens.
O conjunto óptico conta com farol multi-refletivo de duas lâmpadas sobrepostas na dianteira. De formato oval, oferece grande capacidade de iluminação para pilotagem noturna. A durabilidade é ampliada pelas lâmpadas halógenas de filamento único.
O grafismo que envolve o logotipo da Transalp nas carenagens laterais dianteiras foi inspirado nos atuais aparelhos de navegação por satélite (GPS), reforçando a vocação aventureira do modelo. A posição dos números corresponde ao ponto mais alto da Europa acessível com uma motocicleta, situado em Col de la Bonette, no sul dos alpes franceses.
O estreito, ergonômico e confortável assento da Transalp, combinado com a distância ao solo (837 mm), oferece todo o conforto necessário para percorrer longas distâncias. Na linha do assento está o novo bagageiro traseiro, em resina moldada, que proporciona ao garupa um melhor apoio para as mãos.
Motor forte e vigoroso
Inicialmente, em 1987, a Transalp contava com motor de 583 cm3, um dos mais robustos da categoria à época. Em 2000, sua capacidade cresceu para
647 cm3, o que resultou em um expressivo aumento de seu desempenho.

A terceira geração, que chega ao Brasil, conta com motor SOHC bicilíndrico em V a 52º, quatro tempos, oito válvulas, com capacidade cúbica de 680 cm3, alimentado por injeção eletrônica PGM-FI, arrefecido a líquido. O propulsor oferece grande versatilidade e confiabilidade, gerando potência máxima de 60cv a 7.750 rpm e torque máximo de 6,12 kgf.m a 6.000 rpm.
O sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI utiliza dois corpos injetores de 40 mm de diâmetro, integrados numa única unidade, cada um com 12 orifícios injetores. Assim, otimizam a mistura admitida nos cilindros e resultam em mais potência, controle preciso do acelerador e entrega de potência mais linear. Desta forma, o sistema PGM-FI contribui para a redução do consumo de combustível em todas as situações de uso.
Com o novo motor, a XL 700V Transalp oferece maior potência, especialmente em médias rotações, com grande capacidade de aceleração e respostas mais rápidas ao comando acelerador.
Além do arrefecimento a líquido, o motor conta com um radiador de óleo que o torna mais confiável e robusto, sempre pronto para percorrer longas distâncias, sejam quais forem as condições da estrada e o ritmo da viagem.
Ideal para todas as situações
A XL 700V Transalp utiliza chassi de berço duplo em aço, que garante equilíbrio, peso reduzido e rigidez. O aumento em 10 mm da distância entre eixos, agora de 1.512 mm, contribui para a estabilidade da motocicleta em altas velocidades, principalmente com garupa e bagagem.
O conjunto de suspensões apresenta, na dianteira, garfo telescópico com
200 mm de curso. Na traseira, conta com mono-amortecedor do tipo Pro-Link, que garante um comportamento eficaz e confiável nos mais variados tipos de terreno.
Na dianteira, a roda é de 19’’, com aro em alumínio e pneu de configuração 100/90, que garante um melhor controle direcional e resulta em uma pilotagem mais fácil na cidade, além de um comportamento mais suave em estradas.
Na traseira, utiliza pneu radial 130/90, que oferece mais conforto e segurança, principalmente nas curvas em altas velocidades.
Na versão Standard, o sistema de freios conta com disco duplo de 256 mm de diâmetro na dianteira e pinças de duplo pistão. Na traseira, o disco de 240 mm de diâmetro é acionado por pinça de pistão único.
O modelo também está disponível na versão com freios Combined ABS (C-ABS), que apresenta, na dianteira, pinças de três pistões. O sistema, que é sinônimo de segurança sobre duas rodas, reúne os benefícios do ABS (Anti-lock Brake System) e do CBS (Combined Brake System). Enquanto o primeiro evita o travamento das rodas em frenagens bruscas, facilitando o controle do veículo em situações de emergência e permitindo manter seu controle direcional, o segundo distribui a força de frenagem entre as rodas dianteira e traseira.
A XL 700V Transalp conta ainda com o sistema anti-furto HISS, desenvolvido pela própria Honda, que proporciona segurança ao estacionar o veículo em locais públicos. O avançado sistema de identificação por meio de chip eletrônico localizado na chave de ignição faz com que somente a chave original tenha capacidade para acionar o motor. Assim, o motociclista fica protegido contra tentativa de furtos com chaves não originais.
O modelo estará disponível na rede de concessionárias Honda a partir de abril de 2011, nas cores preta e branca. Seu preço público sugerido é de
R$ 31.800,00 para a versão Standard e R$ 34.800,00 para a versão com freios C-ABS (valores com base no Estado de São Paulo, não incluem despesas com frete e seguro). A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
Especificações:
Categoria
Big Trail
Motor
680,2 cc, OHC, dois cilindros, 4 tempos, refrigeração líquida
Potência máxima
44,1 kW (60 CV) a 7750 rpm
Torque máximo
60 N.m (6,12 kgf.m) a 6000 rpm
Diâmetro X Curso
81,0 x 66,0 mm
Sistema de alimentação
Injeção Eletrônica PGM-FI
Relação de compressão
10,0 : 1
Sistema de partida
Elétrico
Transmissão
5 velocidades
Embreagem
Multidisco em banho de óleo
Lubrificação
Forçada, por bomba trocoidal
Ignição
Eletrônica
Bateria
12V – 11.2 Ah
Farol
55/55W
Capacidade do tanque
17,5 litros (3,0 litros de reserva)
Óleo do motor
2,9 litros (2,1 litros para troca)
Chassi
Semi berço duplo
Suspensão dianteira
Garfo telescópico com 200 mm de curso
Suspensão traseira
Pro-Link
Freio dianteiro
Disco duplo de 256 mm de diâmetro e pinças de duplo pistão (STD)
Disco duplo de 256mm de diâmetro e pinças de três pistões (C-ABS)
Freio traseiro
Disco de 240 mm de diâmetro e pinça de pistão único
Pneu dianteiro
100/90 19M/C 57H
Pneu traseiro
130/80R17M/C 65H
Dimensões (c x l x a)
2250 x 907 x 1307 mm
Distância entre-eixos
1512 mm
Altura mínima do solo
182 mm
Altura do assento
837 mm
Peso seco
201 kg (STD)
205 kg (C-ABS)
Cor
Preta e branca
Preço público sugerido
R$ 31.800,00 (Standard)
R$ 34.800,00 (C-ABS)
Base Estado de São Paulo, sem despesas com frete e seguro

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Tudo que você sempre quis saber sobre cinqüentinhas...

Olha só: Existe uma celeuma grande em relação o que é necessário para que se possa conduzir as motocicletas( ou seria mononetas?) de até 50cc. Achei esta matéria pertinente, interessante e a mais completa sobre o o assunto até o momento. Por isto resolvi transcrever na íntegra.


25/02/2011 - Texto: André Jordão (Infomoto) / Fotos: Divulgação / Fonte: iCarros

Quando o assunto é ciclomotor, muitas dúvidas ainda pairam sobre a cabeça dos motociclistas. É necessário ter habilitação para dirigir? Menor de idade pode pilotar um ciclomotor? Para sanar essa e outras dúvidas, fomos conversar com quem pudesse responder com autoridade.

Ciclomotor não é uma moto
Por isso nada melhor que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). De acordo com o CTB, ciclomotor é um veículo de duas ou três rodas, com motor de combustão interna, cuja capacidade cúbica não ultrapasse 50 cm³ e a velocidade final não exceda os 50 quilômetros por hora. Já a motocicleta caracteriza-se por ter apenas duas rodas, com ou sem um side-car.

Quanto aos equipamentos para os ciclomotores o código exige: espelhos retrovisores, de ambos os lados; farol dianteiro, de cor branca ou amarela; lanterna, de cor vermelha, na parte traseira; velocímetro; buzina; pneus que ofereçam condições mínimas de segurança; dispositivo destinado ao controle de ruído do motor. Reparem que não há necessidade de ter setas nos ciclomotores, o que na motocicleta é obrigatório.
Além da obrigatoriedade das setas, as motocicletas devem ter lanterna de freio, de cor vermelha e iluminação da placa traseira, a mais que os ciclomotores.

Depois de dotado de todos os equipamentos necessários, seu ciclomotor já pode ir para as ruas. Entretanto, o piloto deve ter no mínimo 18 anos. Isso porque, segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), “o condutor precisa ser penalmente imputável perante a lei”. Ou seja, estar apto a responder a justiça por tudo que for de responsabilidade dele.

Completado os 18 anos, a próxima exigência é a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). “Para a condução de qualquer veículo automotor é exigido que o condutor tenha 18 anos”, explica Moacyr Alberto Paes, diretor executivo da Abraciclo, associação dos fabricantes do setor de duas rodas. A habilitação precisa ser da categoria A, que autoriza o piloto a conduzir motocicletas, motonetas e ciclomotores. Todavia, a legislação abre uma exceção aos ciclomotores. “No caso específico do ciclomotor, o condutor deve se submeter a um exame para obtenção do ACC – Autorização para Conduzir Ciclomotores”, completa Moacyr. E, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), esta autorização está disponível desde 1985.

Pronto, agora posso ir pra rua?
Ainda não. Segundo a assessoria de comunicação do Denatran, “todo veículo automotor, elétrico, articulado, reboque ou semi-reboque, deve ser registrado/emplacado perante o órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, no Município de domicílio ou residência de seu proprietário, na forma da lei”.

O licenciamento também segue estas condições, sendo exigida a renovação anual pelo órgão executivo de trânsito do Estado, ou do Distrito Federal, onde estiver registrado o veículo.

E as semelhanças com as motocicletas não param por ai. Todos os impostos e taxas incidem no emplacamento e renovação do licenciamento de um ciclomotor. Sendo assim, cobra-se o mesmo valor de Seguro Obrigatório deste veículo de até 50 cc, que é cobrado de uma motocicleta.


Quem e onde pode?
Veja bem, o capacete é obrigatório, seja para o piloto ou garupa. Sim, é permitido levar garupa em um ciclomotor. Já os equipamentos de segurança como jaqueta, luva, bota, etc, são recomendados e podem salvar sua vida, mas não usá-los não implicará em multa.

Depois de estar com ciclomotor regulamentado e o piloto habilitado, o CTB ainda adverte. “Os ciclomotores devem ser conduzidos pela direita da pista de rolamento, preferencialmente no centro da faixa mais à direita ou no bordo direito da pista sempre que não houver acostamento ou faixa própria a eles destinada. É proibida a sua circulação nas vias de trânsito rápido e sobre as calçadas das vias urbanas”.

Se você já viu ciclomotores desrespeitando essas leis, fica mais dúvida: quem fiscaliza todas essas determinações? “A responsabilidade da fiscalização do trânsito é de todos”, exclama Moacyr. O que quer dizer que o Sistema Nacional de Trânsito (SNT) é responsável por essa fiscalização, bem como todos os órgãos estaduais e municipais.
Seguindo todas essas regras, o piloto estará credenciado a rodar com este veículo barato, se comparado as demais motocicletas, e com baixo consumo de combustível.

Mercado
Muitas marcas estão apostando no crescimento do mercado de ciclomotores, um meio de locomoção barato e econômico, bastante popular nas regiões mais carentes do País. No segmento, a Dafra oferece o Super 50, vendido a R$ 3.490,00. Lançado em agosto de 2010, o Super 50 vendeu 6753 unidades até fevereiro deste ano. A Traxx também possui um ciclomotor. O Traxx Star 50 é comercializado por R$ 3.456,00 e, segundo dados da Abraciclo, vendeu 24.175 unidades para o atacado em 2010. E por último, a Kasinski lançou em 22 de fevereiro, o Soft 50 de olho nesse crescente mercado. Com projeção de vendas de 8.750 unidades para 2011, o mais novo modelo da Kasinski tem preço público sugerido de R$ 3.490,00.



sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Mercado de motocicletas cresce 12,20% em 2010


Texto: Fenabrave.
Motos –
O segmento de motos apresentou crescimento de 12,10% na comparação entre os acumulados, passando de 1.609.180 unidades em 2009 para 1.803.864 em 2010. Comparando o resultado dos meses de novembro e dezembro, o setor de duas rodas registrou alta de 24,54%, aumentando de 158.509 unidades emplacadas para 197.405. Segundo Reze, o mercado de duas rodas está se recuperando com a ajuda dos consórcios. “O segmento registrou o melhor desempenho nos meses de dezembro da história e no ranking dos acumulados do ano. O resultado só foi superado por 2008, quando foram comercializadas 1.905.514 unidades”, ressaltou o presidente da Fenabrave.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Honda lança Biz 125 com motor flex injetado.

Biz 125 2011 ganha sistema flex e novo design

Modelo foi totalmente redesenhado e amplia a linha bicombustível oferecida pela Honda

A Biz 125 já conquistou o público brasileiro: desde a sua apresentação ao mercado, em 2005, o modelo já acumula mais de 970 mil unidades comercializadas. Sinônimo de conveniência, agrada aos mais variados estilos e idades, e atende às necessidades do público que procura independência na locomoção e prazer ao pilotar. Funcional, é adequada para o lazer aos finais de semana, para a locomoção no dia a dia e para o trabalho.

Agora, o modelo 2011 da líder da categoria Family chega às concessionárias totalmente renovado. Chassi e carenagem receberam alterações em cerca de 95% de seus componentes. As mudanças, além de contribuírem com o conforto do piloto e do garupa, resultaram em um design ainda mais sofisticado e moderno. O motor, mais suave, ganhou balancins roletados no cabeçote.

Completando a série de inovações, a motoneta agora é flex, permitindo a utilização de gasolina, etanol ou a mistura de ambos em qualquer proporção. Assim, amplia a linha bicombustível disponibilizada pela Honda, que já contava com as motocicletas CG 150 Titan, CG 150 Fan e NXR 150 Bros.

A novidade reforça o compromisso ambiental da Honda, uma vez que o etanol (álcool), além de estar alinhado com a estratégia de matrizes energéticas do governo brasileiro, tem a vantagem de ser uma fonte de energia renovável e menos poluente quando comparado à gasolina.

Design moderno e sofisticado

A Biz 125 teve seu design totalmente reformulado. O escudo frontal de maiores dimensões amplia a proteção do piloto contra a ação do vento e de respingos. A carenagem, com maior área pintada na cor da motocicleta, aumenta a atratividade do modelo e renova sua identidade visual. O escapamento em preto confere sofisticação e harmonia, contando ainda com protetor em aço inox polido, com linhas marcantes e visual moderno.

Na dianteira, o conjunto óptico é composto por novo farol e piscas dianteiros com refletores multifocais. Na traseira, a lanterna e os novos piscas independentes asseguram excelente visualização em meio ao trânsito. Para aumentar a segurança, o farol possui acendimento automático.

Já os espelhos retrovisores, com formato exclusivo, acentuam a beleza e a funcionalidade da motocicleta.

Prazer na pilotagem

O porte da Biz 125, aliado ao peso seco e às dimensões de 1891 mm de comprimento, 726 mm de largura e 1087 mm de altura, com distância mínima do solo de 130 mm, resulta em maneabilidade, leveza e facilidade na pilotagem.

Para ampliar o conforto, o assento em dois níveis está mais amplo e foi reposicionado, oferecendo mais espaço para as pernas do piloto. O uso urbano é favorecido pela posição de pilotagem natural, confortável e ergonômica. Para o garupa, o conforto foi reforçado pelas novas pedaleiras, agora fixadas ao chassi.

O painel de instrumentos possui excelente visualização e apresenta hodômetro, marcador do nível de combustível e escala de utilização das marchas no velocímetro, além de luz de diagnóstico da injeção eletrônica, itens que permitem fácil monitoramento do veículo.

Visando auxiliar o consumidor em relação ao funcionamento da tecnologia Mix, o painel traz ainda a luz “ALC”, que acenderá sempre que houver mais de 80% de etanol (álcool) no tanque e piscará em condições de temperatura ambiente abaixo de 15°C.

O chassi é construído em tubos de aço que oferecem resistência aos impactos, robustez e dirigibilidade. Já as suspensões dianteira telescópica, com 100 mm de curso, e traseira, com dois amortecedores de 86 mm de curso, foram ajustadas e formam um conjunto estável e resistente mesmo para o uso em condições adversas.

O modelo utiliza sistema de freios a tambor, com 130 mm de diâmetro na dianteira e 110 mm na traseira, assegurando frenagens progressivas e seguras, com baixo custo de manutenção. As rodas, traseira de 14“ e dianteira de 17”, possibilitam maior equilíbrio desde as baixas velocidades e contribuem para estabilidade, dirigibilidade e conforto.

Motor flex: mais amigável ao meio ambiente

O propulsor OHC (Over Head Camshaft), 4 tempos, arrefecido a ar, de 124,9 cm3, está mais suave graças aos novos balancins roletados no cabeçote. A novidade proporciona movimento mais preciso das válvulas, resultando em menos perdas por atrito e menor desgaste das partes internas móveis. Assim, aumenta-se sua eficiência e eleva-se seu grau de durabilidade, o que resulta em pouca necessidade de manutenção e maior confiabilidade.

O motor é alimentado por injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection), que reduz a emissão de gases poluentes, contribui com a eficiência do motor e a economia de combustível. A tecnologia Mix permite a utilização de etanol, gasolina, ou a mistura de ambos em qualquer proporção. A potência máxima é de 9,1 cv a 7.500 rpm e torque de 1,01 kgf.m a 3.500 rpm com ambos os combustíveis.

Assim, o modelo é ideal para o uso diário, pois mostra força em subidas, mesmo com garupa, e bom desempenho no trânsito urbano. Além disso, atende aos rigorosos padrões estabelecidos pelo Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), apresentando níveis de emissões expressivamente mais baixos que os estipulados pela legislação, conforme tabela abaixo:

Limite Promot (g/km)

Biz 125 (g/km)

Gasolina

Etanol (Álcool)

Monóxido de Carbono (CO)

2,000

0,370

0,657

Hidrocarbonetos (HC)

0,800

0,104

0,188

Óxido de Nitrogênio (NOx)

0,150

0,083

0,063

O câmbio é semi-automático e rotativo, dispensando o acionamento manual da embreagem. O sistema simplifica a troca de marchas e permite ao motociclista passar da quarta para o neutro com o veículo parado. Com quatro velocidades constantemente engrenadas (N-1-2-3-4), a troca de marchas é suave, graças ao sistema de acoplamento das engrenagens. O modelo apresenta grande autonomia devido ao tanque de maior capacidade (5,5 litros).

A Biz 125 está disponível na versão KS, com partida a pedal, e ES, com partida elétrica. Conta com ignição full transitor (totalmente transitorizada), que proporciona maior rendimento na combustão. O modelo traz ainda bateria selada, de maior vida útil e isenta de manutenção.

Praticidade para o dia a dia

A Biz 125 conta com um porta objetos para o transporte de volumes variados e com o maior porta capacetes da categoria. As alças laterais auxiliam na fixação de pequenas cargas sobre parte traseira do assento. Já a parte interna do escudo frontal apresenta um gancho de utilidades para o transporte de sacolas e bolsas.

Para ampliar a segurança do motociclista, possui Sistema Honda de Proteção, composto por shutter-key (fechadura adicional acionada com chave sextavada e codificação magnética) e comb-lock (trava do guidão associada à chave da ignição).

Mesmo com todas essas inovações, o preço da Biz 125 foi mantido: R$ 5.290,00 para a versão KS e R$ 5.890,00 para a versão ES. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro. O modelo está disponível nas cores rosa metálico, verde metálico, vermelho e preto. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Shadow 2011 com pouca inovação

Texto e foto: fenabrave

A Shadow 750 se tornou referência de conforto, sofisticação, alta tecnologia e segurança entre as motocicletas custom. Com seis anos de estrada no mercado brasileiro, já vendeu mais de 11.000 unidades.
O que já era sucesso chega à rede de concessionárias em seu modelo 2011 ainda mais moderno e jovem. Novo design, posição de pilotagem confortável e versão com freios Combined-ABS são os principais diferenciais da nova Shadow 750, projetada para encantar os amantes do estilo “easy rider”.
Visual moderno e jovem

A Shadow 750 firmou-se no mercado brasileiro por primar pelo conforto, sem deixar de lado a sofisticação conferidas pela grande quantidade de componentes cromados. O modelo 2011, que chega às concessionárias em fevereiro de 2011, mantém esses atributos e apresenta como grande novidade design inspirado no estilo chopper.

Para chegar a este resultado, os paralamas e o assento estão mais compactos e o tanque em forma de gota ganhou desenho mais alto na frente e baixo atrás, com capacidade para armazenar 14,6 litros de combustível (0,2 litros a mais que o modelo anterior).

A distância entre eixos aumentou, passando de 1.639 mm para 1.655 mm; enquanto a relação entre comprimento, largura e altura agora é de 2430 x 835 x 1125 mm, contra 2.503 x 920 x 1.125 mm do modelo 2010.

Todas essas alterações, aliadas ao guidão alto e mais estreito e ao novo assento, com 650 mm de altura do solo, proporcionam uma posição de pilotagem confortável, natural e ergonômica, ideal para encarar longas e prazerosas viagens, sem sentir o tempo passar. O centro de gravidade está mais baixo, contribuindo com a maneabilidade e permitindo manobras em alta velocidade, com maior estabilidade.

Na dianteira, a motocicleta possui farol mais compacto, lente transparente e lâmpada halógena 60/55W. Na traseira, a lanterna embutida no paralama e os piscas oferecem ampla capacidade de iluminação.

O painel de instrumentos integrado ao tanque de combustível permite a fácil leitura do velocímetro, luz indicadora do neutro, pressão do óleo, temperatura do líquido de arrefecimento, luz de diagnóstico da injeção eletrônica e H.I.S.S (Honda Ignition Security System). Já as luzes indicadoras de reserva de combustível e farol alto estão localizadas na mesa superior da motocicleta, enquanto as luzes indicadoras dos sinalizadores de direção ficam no tanque da motocicleta.

O modelo está disponível nas cores preta e vermelha metálica, ao preço público sugerido de R$ 28.880,00 para a versão Standard e R$ 31.880,00 para a versão C-ABS. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.