sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Mercado de motocicletas cresce 12,20% em 2010


Texto: Fenabrave.
Motos –
O segmento de motos apresentou crescimento de 12,10% na comparação entre os acumulados, passando de 1.609.180 unidades em 2009 para 1.803.864 em 2010. Comparando o resultado dos meses de novembro e dezembro, o setor de duas rodas registrou alta de 24,54%, aumentando de 158.509 unidades emplacadas para 197.405. Segundo Reze, o mercado de duas rodas está se recuperando com a ajuda dos consórcios. “O segmento registrou o melhor desempenho nos meses de dezembro da história e no ranking dos acumulados do ano. O resultado só foi superado por 2008, quando foram comercializadas 1.905.514 unidades”, ressaltou o presidente da Fenabrave.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Honda lança Biz 125 com motor flex injetado.

Biz 125 2011 ganha sistema flex e novo design

Modelo foi totalmente redesenhado e amplia a linha bicombustível oferecida pela Honda

A Biz 125 já conquistou o público brasileiro: desde a sua apresentação ao mercado, em 2005, o modelo já acumula mais de 970 mil unidades comercializadas. Sinônimo de conveniência, agrada aos mais variados estilos e idades, e atende às necessidades do público que procura independência na locomoção e prazer ao pilotar. Funcional, é adequada para o lazer aos finais de semana, para a locomoção no dia a dia e para o trabalho.

Agora, o modelo 2011 da líder da categoria Family chega às concessionárias totalmente renovado. Chassi e carenagem receberam alterações em cerca de 95% de seus componentes. As mudanças, além de contribuírem com o conforto do piloto e do garupa, resultaram em um design ainda mais sofisticado e moderno. O motor, mais suave, ganhou balancins roletados no cabeçote.

Completando a série de inovações, a motoneta agora é flex, permitindo a utilização de gasolina, etanol ou a mistura de ambos em qualquer proporção. Assim, amplia a linha bicombustível disponibilizada pela Honda, que já contava com as motocicletas CG 150 Titan, CG 150 Fan e NXR 150 Bros.

A novidade reforça o compromisso ambiental da Honda, uma vez que o etanol (álcool), além de estar alinhado com a estratégia de matrizes energéticas do governo brasileiro, tem a vantagem de ser uma fonte de energia renovável e menos poluente quando comparado à gasolina.

Design moderno e sofisticado

A Biz 125 teve seu design totalmente reformulado. O escudo frontal de maiores dimensões amplia a proteção do piloto contra a ação do vento e de respingos. A carenagem, com maior área pintada na cor da motocicleta, aumenta a atratividade do modelo e renova sua identidade visual. O escapamento em preto confere sofisticação e harmonia, contando ainda com protetor em aço inox polido, com linhas marcantes e visual moderno.

Na dianteira, o conjunto óptico é composto por novo farol e piscas dianteiros com refletores multifocais. Na traseira, a lanterna e os novos piscas independentes asseguram excelente visualização em meio ao trânsito. Para aumentar a segurança, o farol possui acendimento automático.

Já os espelhos retrovisores, com formato exclusivo, acentuam a beleza e a funcionalidade da motocicleta.

Prazer na pilotagem

O porte da Biz 125, aliado ao peso seco e às dimensões de 1891 mm de comprimento, 726 mm de largura e 1087 mm de altura, com distância mínima do solo de 130 mm, resulta em maneabilidade, leveza e facilidade na pilotagem.

Para ampliar o conforto, o assento em dois níveis está mais amplo e foi reposicionado, oferecendo mais espaço para as pernas do piloto. O uso urbano é favorecido pela posição de pilotagem natural, confortável e ergonômica. Para o garupa, o conforto foi reforçado pelas novas pedaleiras, agora fixadas ao chassi.

O painel de instrumentos possui excelente visualização e apresenta hodômetro, marcador do nível de combustível e escala de utilização das marchas no velocímetro, além de luz de diagnóstico da injeção eletrônica, itens que permitem fácil monitoramento do veículo.

Visando auxiliar o consumidor em relação ao funcionamento da tecnologia Mix, o painel traz ainda a luz “ALC”, que acenderá sempre que houver mais de 80% de etanol (álcool) no tanque e piscará em condições de temperatura ambiente abaixo de 15°C.

O chassi é construído em tubos de aço que oferecem resistência aos impactos, robustez e dirigibilidade. Já as suspensões dianteira telescópica, com 100 mm de curso, e traseira, com dois amortecedores de 86 mm de curso, foram ajustadas e formam um conjunto estável e resistente mesmo para o uso em condições adversas.

O modelo utiliza sistema de freios a tambor, com 130 mm de diâmetro na dianteira e 110 mm na traseira, assegurando frenagens progressivas e seguras, com baixo custo de manutenção. As rodas, traseira de 14“ e dianteira de 17”, possibilitam maior equilíbrio desde as baixas velocidades e contribuem para estabilidade, dirigibilidade e conforto.

Motor flex: mais amigável ao meio ambiente

O propulsor OHC (Over Head Camshaft), 4 tempos, arrefecido a ar, de 124,9 cm3, está mais suave graças aos novos balancins roletados no cabeçote. A novidade proporciona movimento mais preciso das válvulas, resultando em menos perdas por atrito e menor desgaste das partes internas móveis. Assim, aumenta-se sua eficiência e eleva-se seu grau de durabilidade, o que resulta em pouca necessidade de manutenção e maior confiabilidade.

O motor é alimentado por injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection), que reduz a emissão de gases poluentes, contribui com a eficiência do motor e a economia de combustível. A tecnologia Mix permite a utilização de etanol, gasolina, ou a mistura de ambos em qualquer proporção. A potência máxima é de 9,1 cv a 7.500 rpm e torque de 1,01 kgf.m a 3.500 rpm com ambos os combustíveis.

Assim, o modelo é ideal para o uso diário, pois mostra força em subidas, mesmo com garupa, e bom desempenho no trânsito urbano. Além disso, atende aos rigorosos padrões estabelecidos pelo Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), apresentando níveis de emissões expressivamente mais baixos que os estipulados pela legislação, conforme tabela abaixo:

Limite Promot (g/km)

Biz 125 (g/km)

Gasolina

Etanol (Álcool)

Monóxido de Carbono (CO)

2,000

0,370

0,657

Hidrocarbonetos (HC)

0,800

0,104

0,188

Óxido de Nitrogênio (NOx)

0,150

0,083

0,063

O câmbio é semi-automático e rotativo, dispensando o acionamento manual da embreagem. O sistema simplifica a troca de marchas e permite ao motociclista passar da quarta para o neutro com o veículo parado. Com quatro velocidades constantemente engrenadas (N-1-2-3-4), a troca de marchas é suave, graças ao sistema de acoplamento das engrenagens. O modelo apresenta grande autonomia devido ao tanque de maior capacidade (5,5 litros).

A Biz 125 está disponível na versão KS, com partida a pedal, e ES, com partida elétrica. Conta com ignição full transitor (totalmente transitorizada), que proporciona maior rendimento na combustão. O modelo traz ainda bateria selada, de maior vida útil e isenta de manutenção.

Praticidade para o dia a dia

A Biz 125 conta com um porta objetos para o transporte de volumes variados e com o maior porta capacetes da categoria. As alças laterais auxiliam na fixação de pequenas cargas sobre parte traseira do assento. Já a parte interna do escudo frontal apresenta um gancho de utilidades para o transporte de sacolas e bolsas.

Para ampliar a segurança do motociclista, possui Sistema Honda de Proteção, composto por shutter-key (fechadura adicional acionada com chave sextavada e codificação magnética) e comb-lock (trava do guidão associada à chave da ignição).

Mesmo com todas essas inovações, o preço da Biz 125 foi mantido: R$ 5.290,00 para a versão KS e R$ 5.890,00 para a versão ES. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro. O modelo está disponível nas cores rosa metálico, verde metálico, vermelho e preto. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Shadow 2011 com pouca inovação

Texto e foto: fenabrave

A Shadow 750 se tornou referência de conforto, sofisticação, alta tecnologia e segurança entre as motocicletas custom. Com seis anos de estrada no mercado brasileiro, já vendeu mais de 11.000 unidades.
O que já era sucesso chega à rede de concessionárias em seu modelo 2011 ainda mais moderno e jovem. Novo design, posição de pilotagem confortável e versão com freios Combined-ABS são os principais diferenciais da nova Shadow 750, projetada para encantar os amantes do estilo “easy rider”.
Visual moderno e jovem

A Shadow 750 firmou-se no mercado brasileiro por primar pelo conforto, sem deixar de lado a sofisticação conferidas pela grande quantidade de componentes cromados. O modelo 2011, que chega às concessionárias em fevereiro de 2011, mantém esses atributos e apresenta como grande novidade design inspirado no estilo chopper.

Para chegar a este resultado, os paralamas e o assento estão mais compactos e o tanque em forma de gota ganhou desenho mais alto na frente e baixo atrás, com capacidade para armazenar 14,6 litros de combustível (0,2 litros a mais que o modelo anterior).

A distância entre eixos aumentou, passando de 1.639 mm para 1.655 mm; enquanto a relação entre comprimento, largura e altura agora é de 2430 x 835 x 1125 mm, contra 2.503 x 920 x 1.125 mm do modelo 2010.

Todas essas alterações, aliadas ao guidão alto e mais estreito e ao novo assento, com 650 mm de altura do solo, proporcionam uma posição de pilotagem confortável, natural e ergonômica, ideal para encarar longas e prazerosas viagens, sem sentir o tempo passar. O centro de gravidade está mais baixo, contribuindo com a maneabilidade e permitindo manobras em alta velocidade, com maior estabilidade.

Na dianteira, a motocicleta possui farol mais compacto, lente transparente e lâmpada halógena 60/55W. Na traseira, a lanterna embutida no paralama e os piscas oferecem ampla capacidade de iluminação.

O painel de instrumentos integrado ao tanque de combustível permite a fácil leitura do velocímetro, luz indicadora do neutro, pressão do óleo, temperatura do líquido de arrefecimento, luz de diagnóstico da injeção eletrônica e H.I.S.S (Honda Ignition Security System). Já as luzes indicadoras de reserva de combustível e farol alto estão localizadas na mesa superior da motocicleta, enquanto as luzes indicadoras dos sinalizadores de direção ficam no tanque da motocicleta.

O modelo está disponível nas cores preta e vermelha metálica, ao preço público sugerido de R$ 28.880,00 para a versão Standard e R$ 31.880,00 para a versão C-ABS. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Vendas de motocicletas crescem 9,2% em novembro

Texto: Fenabrave

As vendas de veículos duas rodas voltaram a retomar crescimento em novembro com alta de 9,2% em relação a outubro. No último mês, foram comercializadas no atacado 177,7 mil unidades, contra 162,8 do mês anterior. A produção também apresentou elevação de 6,5%, com 180,4 mil unidades, ante 169,4 mil. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (7) pela Associação Brasileira dos fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicleta e Similares (Abraciclo).

Em comparação com novembro de 2009, as vendas cresceram 45,9%, enquanto a produção aumentou 48,4%. No acumulado do ano, a alta observada na produção é de 17,9%, passando de 1,46 milhões de unidades para 1,72 milhões em 2010. A estimativa da entidade é de que até dezembro saiam das linhas de montagem 1,818 milhão de unidades e sejam emplacadas 1,827 milhão de motos, crescimento de 18% e 16% em relação a 2009, respectivamente.

Segundo o diretor-executivo da Abraciclo, Moacyr Alberto Paes, o resultado positivo está relacionamento ao aquecimento da economia, o retorno gradativo do crédito e os investimentos em novas plantas e ampliação de fábricas. A entidade afirma que Manaus recebeu R$ 170 milhões em investimentos e tem atualmente capacidade de produção de até 3 milhões de unidades por ano.

As exportações acompanharam o desempenho do seguimento e tiveram alta de 7,5%, de 6.627 unidades em outubro para 7.127 no último mês. Para 2011, a previsão é que haja uma queda de 14,3% nas vendas, de 70 mil unidades estimadas até dezembro de 2010 para 60 mil no próximo ano. “Essa redução deve acontecer por causa da desvalorização cambial”, diz Paes.

sábado, 13 de novembro de 2010

ABRACICLO registra recuo no mercado em outubro

Fonte: Fenabrave 10/11/2010.
O Setor Duas Rodas registra em outubro a primeira queda nos números de vendas e produção dos últimos cinco meses. Segundo dados divulgados pela Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – foram comercializadas no mercado interno (vendas para concessionárias) 162.805 motocicletas em outubro, o que representa uma queda de 6,8% com relação ao mês de setembro, que registrou a venda de 174.661 unidades.

A produção também apresentou recuo, de 7,1%, se comparada aos resultados de setembro - foram produzidas 169.467 motocicletas, ante 182.442 do mês anterior.
“Apesar da queda dos números em outubro, estamos confiantes de que iremos recuperar os patamares de antes da crise em breve”, afirma Jaime Teruo Matsui, presidente da Abraciclo.

RECUPERAÇÃO
Apesar do recuo registrado no mês, os resultados mostram a recuperação do setor em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o segmento enfrentava os reflexos da crise econômica mundial.

Segundo apontado pela Abraciclo, em outubro os números de vendas para mercado interno foram 11,4% superiores aos de 2009. Já em produção, o avanço chega a 17,1% no comparativo com o mesmo mês do ano anterior, e os resultados acumulados nesses primeiros dez meses representam um crescimento de 15,%, com 1.538.580 unidades produzidas até agora, contra 1.336.794 do mesmo período no ano passado.

"O setor está se fortalecendo. Ainda temos desafios pela frente, como o fortalecimento do crédito, mas estamos vivenciando uma melhora constante em relação aos resultados de 2009 e nos afastando cada vez mais da sombra da crise", completa Matsui.

EXPORTAÇÃO ESTÁVEL
Mesmo com a desvalorização cambial, a exportação se manteve praticamente estável. Com 6.627 unidades comercializadas, as vendas no mercado externo apresentaram uma leve queda de 0,3% em comparação com setembro (6.645). Apesar disso, houve um crescimento de 30,4% em relação ao mesmo período de 2009 (4.308).

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Montadora Indiana do carros entrra no mercado de duas rodas



Texto:
Fenabrave
come
ntário: Nilson Silva.

A indiana Mahindra apresentou suas primeiras motocicletas destinadas ao mercado indiano e anunciou Aamir Khan como o responsável por esta divisão da marca. A fabricante ainda não confirma, no entanto é quase certo que as motocicletas serão produzidas no Brasil na planta da montadora em Manaus, Amazonas, onde são montados os quadriciclos da Polaris.

O modelo chamado Stallio é equipado com motor quatro tempos monocilíndrico, refrigerado a ar e de 106,7 cc. Este produz 7,4 cv a 7.500 rpm com torque de 0,8 kgfm. A caixa de marchas é de quatro velocidades. Esta motocicleta ainda conta com rodas de liga leve, partida elétrica, lanterna com LEDs, entre outros.

Segundo a Mahindra, seu modelo Stallio será o primeiro a "dar as caras", já em outubro, custando entre 41,199 e 44.690 rúpias indianas, algo entre R$ 1.550 e R$ 1.700. Já a Mojo será lançada apenas em 2011 ao preço de 1.75lakh. cerca de R$ 6,7 mil.
Nosso comentário: A Mahindra como se sabe produz no Brasil O SUV Scorpion, picape cabine dupla e uma picape cabine simples, com peças usinadas em Itajubá-MG e Montagem final em Manaus-AM. Já andou de nomoro com a Ducati Italiana e com a Triunph inglesa. Não sei em que resultou.
Não é primeira montadora de carro a partir para o ramo das duas rodas. Temos BMW, Suzuki, Honda e outras tantas. Esperamos que seja um verdadeiro sucesso de vendas e que venha logo par o Brasil, pois aqui temos mercado!
maiores informações:
www.mahindra.com.br

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Chineses da Kasinski de olhos bem abertos

CR Zongshen do Brasil, fabricante de motocicletas e dona da marca Kasinski, abriu as portas da sua nova fábrica em Manaus (AM). Com quase seis vezes a capacidade produtiva atual, a nova unidade está preparada para produzir cerca de 110 mil motos/ano. São cerca de 300 funcionários que já neste mês de setembro começam a fabricar os 12 atuais modelos de motocicletas da marca Kasinski.

A nova unidade é a concretização de uma das etapas do plano da CR Zongshen para o Brasil. “Estamos nos fixando no País com uma base sólida, pois somos um dos grandes fabricantes mundiais com sede no Brasil”, diz Claudio Rosa Junior, presidente da Kasinski.

“É muito valiosa a participação da CR Zongshen no Brasil. Temos muito respeito pelo Estado do Amazonas porque é um lugar de riquezas e economia acelerada; por isso, é muito importante a inauguração desta fábrica”, declara Zuo Zongqing, vice-presidente do Grupo Zongshen.

Uma das linhas de produção mais modernas do mundo - A nova unidade fabril marca um novo momento do setor das Duas Rodas no Brasil. Exclusiva no País, a nova linha de produção de motocicletas possui características tecnológicas singulares. Com foco no ganho de eficiência e produtividade, a linha permite ainda fabricar modelos diferentes ao mesmo tempo, deixando a programação da fábrica muito mais flexível.

“Estamos investindo também em tecnologia de produção. Com isso, damos um passo à frente no mercado. Para atingir a mesma eficiência e produtividade com as linhas de produção existentes hoje no mercado brasileiro precisaríamos do triplo da área fabril e de pelo menos o dobro do número de funcionários”, explica o presidente. “A partir de agora, a CR Zongshen estende a sua austera política de otimização de custos e de ganho de eficiência também para a área produtiva”, acrescenta.

“Entre as 58 empresas distribuidoras no mundo, a Kasinski é a número um. Temos como meta criar uma nova cultura de motocicletas no Brasil”, diz Chunil Park, vice-presidente da S&T Hyosung.

Investimento em um novo Complexo Industrial - Além da mudança para um novo prédio industrial (setembro/2010), a CR Zongshen inicia neste segundo semestre (2010) as obras para a construção de um Complexo Industrial que tem previsão para entrar em operação em 2012. Estão sendo investidos R$ 45 milhões na obra civil do novo complexo.

As obras de terraplanagem já estão sendo iniciadas em um terreno próprio de mais de 130 mil metros quadrados.

Expansão da cadeia produtiva - Seguindo a estratégia de organização da cadeia produtiva do Grupo Zongshen, na China, a Kasinski deu início à formatação de uma empresa dedicada à fabricação de componentes, a CRZ Components.

Esta empresa já está constituída em Manaus (AM). O primeiro componente a ser fabricado será o chassi da motocicleta e a produção deve iniciar no primeiro trimestre de 2011.

“Muitos de nossos fornecedores na China têm grande interesse no mercado brasileiro. Iniciaremos a fabricação de componentes pelo chassi e cerca de outros seis fabricantes já estão confirmados e devem vir na sequência. Este movimento reforça a nossa estratégia de longo prazo para o Brasil”, comenta Claudio Rosa Junior, presidente.

Crescimento constante - Com um crescimento de 168,2% em volume de vendas e 318,1% em receita bruta, a Kasinski confirma o 1o semestre de 2010 como o melhor da sua história. O desempenho operacional no primeiro semestre de 2010 registrou o melhor resultado da história da companhia. A receita bruta cresceu 318,1%, atingindo R$ 71 milhões, e o volume de unidades vendidas registrou um salto 168,2% superior em relação à igual período de 2009, alcançando 8.969 motocicletas.

Com um portfólio de 12 produtos de 110 a 650 cm³ de cilindrada, incluindo um modelo de scooter elétrico, a Kasinski inovou e fixou-se como uma fabricante realmente revolucionária no segmento de motocicletas. Neste período, a companhia lançou sua primeira campanha institucional e 30 dias após a veiculação do filme “Rolé” em todo o Brasil a empresa já registrava 36% de incremento no número de unidades emplacadas.