A ação foi a primeira após a decisão intermediada pela Promotoria de Justiça de Delitos de Trânsito de Brasília, que concedeu mais oito meses para que os motociclistas se adequem à lei que regulamenta a atividade
Publicação: Correio Brasiliense de 27/04/2013.
O pátio do Depósito de Veículos Apreendidos I (DVA I) do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN) estava vazio, exceto por sete funcionários. Eles haviam sido destacados para ficar de 8h às 13h em um mutirão que vistoriaria os itens de segurança obrigatórios para motofretistas, profissão daqueles que transportam carga de forma remunerada em motocicletas. Apesar do Sindicato dos Motociclistas Profissionais de Brasília (Sindmoto) afirmar que eles são 30 mil em todo o DF, nenhum apareceu. “Nós esperávamos que viessem muitos deles. Faltou maior divulgação entre eles mesmos, porque avisamos ao sindicato”, afirmou a agente de trânsito Cândida Pinto.
A ação foi a primeira após a decisão intermediada pela Promotoria de Justiça de Delitos de Trânsito de Brasília, que concedeu mais oito meses para que os motociclistas se adequem à lei que regulamenta a atividade, sancionada em 2009 -- veja O que diz a lei. Cândida afirma que o mutirão não serviria apenas para que os trabalhadores que já se adequaram pudessem constar no sistema do DETRAN, mas também para dar maior celeridade ao processo de regulamentação dos que ainda não estão dentro da lei. Para o departamento, a pressa na vistoria também se baseia na quantidade de profissionais que precisam se normalizar. Elas continuam acontecendo durante a semana, baseada nas placas das motocicletas, e novos mutirões devem acontecer nos sábados seguintes.
“Era também uma forma mais de informá-los. Esse foi o primeiro mutirão para regularizar a situação dos motofretistas, bem como para educá-los sobre o que é necessário”, continuou Cândida. O Sindmoto foi procurado para apresentar justificativas sobre a atitude de seus associados: se foi um ato deliberado de boicote ao mutirão ou apenas falha na comunicação entre eles. Entretanto, procurado pela reportagem, o presidente do Sindmoto, Reivaldo Alves, garantiu que não fala com a imprensa durante os fins de semana. “Não quero vocês enchendo meu saco. Se quiserem, me liguem na segunda-feira”, assegurou.
Os motofretistas que não não tiverem com todos os itens de segurança no momento da vistoria - antena anti-cerol, proteção lateral conhecida como mata-cachorro, fitas refletivas no capacete e no baú, colete refletivo e documentação -- não poderão ser multados. Mas a placa da motocicleta vai para o banco de dados do DETRAN e ele terá um prazo para remarcar a inspeção. Após isso, caso ele seja pego sem as adequações, poderá levar multa.
sábado, 27 de abril de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Triumph lança aplicativo exclusivo para Facebook e cria promoção inédita
Vencedor da promoção ganhará viagem de moto Triumph, com direito a acompanhante para Campos do Jordão.
Fonte: Triumph do Brasil.
A Triumph Motorcycles, uma das mais antigas e tradicionais marcas do mundo no segmento de duas rodas, em parceria com a Rádio UOL 89 FM, acaba de lançar o aplicativo “Rock ‘n’ Ride” no Facebook, desenvolvido pela Contexto Propaganda. O app está disponível nas páginas da rede social e oferece ao usuário um quiz sobre bandas inglesas. Quem tiver o maior acerto na brincadeira em menos tempo será o vencedor. Para participar é muito fácil: basta curtir a página da Triumph na rede social (www.facebook.com.br/triumphmotorcyclesbrasil) e clicar na aba “Rock ‘n’ Ride”. “A promoção foi criada com o objetivo de divulgar a marca Triumph no Brasil de uma maneira interativa e, ao mesmo tempo, se aproximar do nosso público com o recurso de um aplicativo simples, prático e divertido”, explica Fernando Filie, gerente de Marketing da empresa.O vencedor do quiz ganhará uma viagem de ida e volta São Paulo - Campos do Jordão, num sábado e domingo, a bordo de uma motocicleta Triumph, com direito a um acompanhante. O premiado poderá escolher o modelo de sua preferência entre os seis comercializados no País – Tiger 800 XC, Tiger Explorer, Bonneville T100, Thunderbird Storm, Speed Triple e Rocket III Roadster. E mais: ele poderá indicar ainda mais dois amigos que poderão convidar um acompanhante cada um e também participar da viagem.
Portanto, o prêmio total beneficiará seis pessoas, com três motos da marca. A recompensa também dará direito a hospedagem, alimentação, combustível e todos os equipamentos e vestuários necessários, como luvas, capacetes, botas e jaquetas da marca Triumph pelo período do percurso. A data da viagem será agendada previamente, mas acontecerá em junho deste ano. Para ter direito ao prêmio, o participante e seus amigos precisam, obrigatoriamente, ter carteira de motociclista. Para divulgar a promoção, serão publicados diariamente posts nas páginas da Triumph e da rádio no Facebook. Além disso, a empresa fará, pelos próximos 15 dias, comerciais de 10 e 30 segundos durante a programação da Rádio UOL 89.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Ônibus são trocados por motos
Segundo pesquisa, 4 em cada 10 novos motociclistas, trocaram o ônibus pelo transporte individual.

Fonte: Abraciclo.
O aumento acelerado da frota de motocicletas no país – e no Rio Grande do Sul, que já superou a marca de 1 milhão de unidades – está associado à desistência do transporte coletivo. O crescimento do volume de motos chegou a 107% entre 2004 e 2012, uma alta de 42 pontos percentuais em relação ao aumento do número de veículos no Estado.
Os dados vão na contramão da tendência mundial de se reforçar o transporte público em cidades apinhadas de automóveis.
Uma pesquisa feita pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) apontava essa movimentação já no ano passado. Quatro em cada 10 novos motociclistas, segundo o levantamento, trocaram o ônibus pelo transporte individual.
Trata-se de gente como o servidor público Carlos Alexandre Dias Lopes, 31 anos. Funcionário do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), tem moto desde 2008.
– Meu lema é devagar e sempre. Ando certinho dentro da cidade, evito manobras perigosas e a velocidade – relata.
O fenômeno do abandono do ônibus pela motocicleta é estudado pela professora do curso de Transporte Terrestre da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Raquel da Fonseca Holz. O foco da sua tese de doutorado, que ela defenderá em julho, é nos acidentes envolvendo motociclistas, mas o aumento da frota impulsionada por ex-usuários de ônibus também é avaliada pela professora, que incluiu a pesquisa da Abraciclo em seu material. Raquel afirma que, no Norte e Nordeste do país, o crescimento é ainda mais notável, com regiões onde existem mais motos do que carros. No Rio Grande do Sul, os automóveis ainda são maioria nos municípios.
– Uma das partes da minha tese foi identificar o motivo desse aumento da frota de motocicletas. Eu diria que sai mais barato andar de moto do que no transporte público. Sem contar que tem toda a facilidade de estacionamento, rapidez – argumenta.
O uso da moto é incentivado por preços que podem ficar abaixo de R$ 5 mil e por parcelamentos em 48 meses.
Os dados vão na contramão da tendência mundial de se reforçar o transporte público em cidades apinhadas de automóveis.
Uma pesquisa feita pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) apontava essa movimentação já no ano passado. Quatro em cada 10 novos motociclistas, segundo o levantamento, trocaram o ônibus pelo transporte individual.
Trata-se de gente como o servidor público Carlos Alexandre Dias Lopes, 31 anos. Funcionário do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), tem moto desde 2008.
– Meu lema é devagar e sempre. Ando certinho dentro da cidade, evito manobras perigosas e a velocidade – relata.
Antes, era um usuário de ônibus. A troca ocorreu porque resolveu fugir dos atrasos e ter mais conforto.
O ganho financeiro também seria superior com a moto, não fosse o trajeto intermunicipal, que exige um gasto um pouco maior de combustível. Além disso, Lopes se considera um motociclista preocupado com a manutenção correta do veículo, e investe nisso. No final, os custos com a moto se equivalem aos que teria com a passagem, calcula.
O ganho financeiro também seria superior com a moto, não fosse o trajeto intermunicipal, que exige um gasto um pouco maior de combustível. Além disso, Lopes se considera um motociclista preocupado com a manutenção correta do veículo, e investe nisso. No final, os custos com a moto se equivalem aos que teria com a passagem, calcula.
O fenômeno do abandono do ônibus pela motocicleta é estudado pela professora do curso de Transporte Terrestre da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Raquel da Fonseca Holz. O foco da sua tese de doutorado, que ela defenderá em julho, é nos acidentes envolvendo motociclistas, mas o aumento da frota impulsionada por ex-usuários de ônibus também é avaliada pela professora, que incluiu a pesquisa da Abraciclo em seu material. Raquel afirma que, no Norte e Nordeste do país, o crescimento é ainda mais notável, com regiões onde existem mais motos do que carros. No Rio Grande do Sul, os automóveis ainda são maioria nos municípios.
– Uma das partes da minha tese foi identificar o motivo desse aumento da frota de motocicletas. Eu diria que sai mais barato andar de moto do que no transporte público. Sem contar que tem toda a facilidade de estacionamento, rapidez – argumenta.
O uso da moto é incentivado por preços que podem ficar abaixo de R$ 5 mil e por parcelamentos em 48 meses.
domingo, 21 de abril de 2013
Rinaldi abre Arena Cross com vitória na 50cc
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| Gabriel Andrigo |
Fonte: Mundo Press.
A EQUIPE Rinaldi iniciou a disputa do Arena Cross 2013 com vitória de Gabriel Andrigo na 50cc. A etapa de abertura foi realizada na noite deste sábado em Jundiaí, no interior paulista, e teve arquibancadas lotadas. “Fiquei muito feliz em começar bem o campeonato”, comentou o jovem talento gaúcho.
A equipe acelerou em outras categorias. Na bateria da Júnior, Kioman Munoz confirmou o quarto lugar e Carlinhos Evangelista, o décimo. Dudu Lima foi o quinto colocado na MX2 e o norte–americano Sean Paul Lipanovich, o oitavo – uma posição na frente de Gustavo Pessoa. “A bateria foi difícil. Eu não larguei bem, o que dificulta bastante no Arena Cross, mas mesmo assim consegui uma boa corrida. Fiquei contente com o resultado e peguei mais ritmo de prova”, analisou Dudu Lima.
Já nas corridas da MX Pro, Marcello “Ratinho” ficou em sétimo e em oitavo lugares, ocupando a sétima posição na classificação da principal categoria. “Eu não fiz bons treinos e acabei em um lugar muito ruim no gate. É difícil ultrapassar no Arena, pelo formato curto da prova, e acabei perdendo contato com os ponteiros. De qualquer forma, foi muito legal correr perto de casa e ter meus amigos torcendo por mim”, concluiu Ratinho. Assim como o irmão Dudu Lima, o piloto reside em Monte Mor (SP).
O Arena Cross 2013 terá seis etapas no total, sendo que a próxima será realizada no dia 8 de junho em São José do Rio Preto (SP).
A equipe acelerou em outras categorias. Na bateria da Júnior, Kioman Munoz confirmou o quarto lugar e Carlinhos Evangelista, o décimo. Dudu Lima foi o quinto colocado na MX2 e o norte–americano Sean Paul Lipanovich, o oitavo – uma posição na frente de Gustavo Pessoa. “A bateria foi difícil. Eu não larguei bem, o que dificulta bastante no Arena Cross, mas mesmo assim consegui uma boa corrida. Fiquei contente com o resultado e peguei mais ritmo de prova”, analisou Dudu Lima.
Já nas corridas da MX Pro, Marcello “Ratinho” ficou em sétimo e em oitavo lugares, ocupando a sétima posição na classificação da principal categoria. “Eu não fiz bons treinos e acabei em um lugar muito ruim no gate. É difícil ultrapassar no Arena, pelo formato curto da prova, e acabei perdendo contato com os ponteiros. De qualquer forma, foi muito legal correr perto de casa e ter meus amigos torcendo por mim”, concluiu Ratinho. Assim como o irmão Dudu Lima, o piloto reside em Monte Mor (SP).
| Dudu Lima. |
sábado, 20 de abril de 2013
Moto 1000 GP: Moto GPR 250 passa a ser categoria de iniciação a partir do GP Petrobras.
GPR 250 acompanhará toda a temporada do Campeonato
Brasileiro que começa neste fim de semana em Interlagos.
Brasileiro que começa neste fim de semana em Interlagos.
Fonte: Grelak Comunicação.
Experimental na temporada de 2012 do Moto 1000 GP, quando acompanhou a quarta etapa que foi realizada em Brasília, a categoria GPR 250 vai integrar as oito etapas válidas de 2013 da competição, válida pelo Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. A categoria contará com motos dos modelos Ninja 250R, da Kawasaki, CBX Twister 250 e CB 250R, ambos da Honda.
As disputas levarão pilotos estreantes para a pista na categoria, que servirá como a porta de entrada para as disputas do principal evento da motovelocidade nacional. Os treinos para a primeira etapa da GPR 250 começam nesta sexta-feira (19), com as sessões livres que marcam o início dos trabalhos no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, onde no domingo (21) acontecerão as corridas da primeira etapa, pondo em disputa o GP Petrobras.
Para Gilson Scudeler, diretor do Moto 1000 GP, a inclusão da GPR 250 fomentará a descoberta de novos talentos para a motovelocidade. “Eu realmente fico muito feliz com a inclusão da GPR 250 no calendário. É a partir dela que formaremos novos pilotos. É uma categoria que nasceu como celeiro de talentos”, avaliou. “Na primeira etapa, em Interlagos, entre pilotos inscritos, teremos quatro que têm idade abaixo dos dezesseis anos. Essa mescla entre os jovens e os pilotos mais experientes é um objetivo atingido. Começamos a cumprir um papel importante de formação de pilotos dentro do Moto 1000 GP”, explicou.
Sabrina Paiuta, única mulher na GPR 250, que levará o número 88 na Ninja 250R da equipe Mobil Rush Racing, observa que a possibilidade do primeiro passo na motovelocidade, por meio de uma categoria de iniciantes, é algo que contribui para a formação técnica de um piloto. “É muito legal termos uma categoria assim, onde os pilotos mais novos podem aprender como é guiar uma moto. Vejo como uma categoria de base mesmo”, relatou. “A cada nova prova são técnicas que a gente aprende. Interlagos, por exemplo, onde acontecerá a primeira corrida do ano, é uma pista que exige muito. Talvez seja a pista mais técnica do calendário e isso vai exigir muito de nós”, completou.
Na temporada de 2012, a estreia na programação do Moto 1000 GP ficou por conta da GP 600, que ao fim do ano, conheceu os seus primeiros campeões. André Veríssimo, piloto da Motrix Scigliano Racing, ficou com o título, seguido de Rafael Bertagnolli, que a partir deste ano vai representar a equipe SBK Brasil.
Experimental na temporada de 2012 do Moto 1000 GP, quando acompanhou a quarta etapa que foi realizada em Brasília, a categoria GPR 250 vai integrar as oito etapas válidas de 2013 da competição, válida pelo Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. A categoria contará com motos dos modelos Ninja 250R, da Kawasaki, CBX Twister 250 e CB 250R, ambos da Honda.
As disputas levarão pilotos estreantes para a pista na categoria, que servirá como a porta de entrada para as disputas do principal evento da motovelocidade nacional. Os treinos para a primeira etapa da GPR 250 começam nesta sexta-feira (19), com as sessões livres que marcam o início dos trabalhos no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, onde no domingo (21) acontecerão as corridas da primeira etapa, pondo em disputa o GP Petrobras.
Para Gilson Scudeler, diretor do Moto 1000 GP, a inclusão da GPR 250 fomentará a descoberta de novos talentos para a motovelocidade. “Eu realmente fico muito feliz com a inclusão da GPR 250 no calendário. É a partir dela que formaremos novos pilotos. É uma categoria que nasceu como celeiro de talentos”, avaliou. “Na primeira etapa, em Interlagos, entre pilotos inscritos, teremos quatro que têm idade abaixo dos dezesseis anos. Essa mescla entre os jovens e os pilotos mais experientes é um objetivo atingido. Começamos a cumprir um papel importante de formação de pilotos dentro do Moto 1000 GP”, explicou.
Sabrina Paiuta, única mulher na GPR 250, que levará o número 88 na Ninja 250R da equipe Mobil Rush Racing, observa que a possibilidade do primeiro passo na motovelocidade, por meio de uma categoria de iniciantes, é algo que contribui para a formação técnica de um piloto. “É muito legal termos uma categoria assim, onde os pilotos mais novos podem aprender como é guiar uma moto. Vejo como uma categoria de base mesmo”, relatou. “A cada nova prova são técnicas que a gente aprende. Interlagos, por exemplo, onde acontecerá a primeira corrida do ano, é uma pista que exige muito. Talvez seja a pista mais técnica do calendário e isso vai exigir muito de nós”, completou.
Na temporada de 2012, a estreia na programação do Moto 1000 GP ficou por conta da GP 600, que ao fim do ano, conheceu os seus primeiros campeões. André Veríssimo, piloto da Motrix Scigliano Racing, ficou com o título, seguido de Rafael Bertagnolli, que a partir deste ano vai representar a equipe SBK Brasil.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Team Rinaldi em contagem regressiva para o X Games
Rômulo Bottrel, Rigor Rico e Marcella Gonçalves aceleram na corrida do Enduro X; Fred Kyrillos e Jeff Campacci marcam presença no MX Freestyle.
Fonte: Mundo press
A Equipe Rinaldi representa o Brasil na etapa do X Games em Foz do Iguaçu, no Paraná. A equipe está em contagem regressiva para acelerar nesta quinta-feira, a partir das 20h, na corrida do Enduro X, que mescla velocidade e transposição de obstáculos. Rômulo Bottrel e Rigor Rico estão confirmados, sendo que na bateria feminina Marcella Gonçalves representa a fábrica gaúcha de pneus e câmaras de ar. Fred Kyrillos está como piloto reserva na prova de Motocross Freestyle, sendo que Jeff Campacci participará como comentarista da transmissão oficial da ESPN Brasil nas provas da modalidade.
“O coração está a mil, a expectativa é muito grande”, disse a mineira Marcella Gonçalves, que ficou emocionada ao ser convidada. “Serão apenas 10 meninas na corrida. Chorei de felicidade, o sonho de qualquer atleta de esportes de ação é participar do X Games. Espero evoluir cada vez mais e realizar uma meta, que é competir fora do país”, continuou. A outra representante nacional no Enduro X será Mariana Balbi.
Entre os homens, o gate terá 24 lugares e apenas 12 atletas avançam para a bateria final. “Vai ser incrível competir em casa e entre os melhores do mundo. Fiquei bastante feliz por ter sido convidado”, contou Bottrel. Rigor Rico participou recentemente de duas etapas do Mundial de Enduro FIM e ficou satisfeito com o reconhecimento. “É uma honra para mim, este convite mostra que estou no caminho certo. A competição será de alto nível técnico e se conseguir estar na final será uma grande conquista”, concluiu Rico.
MX Freestyle - Fred Kyrillos estará a postos caso algum dos atletas convocados do Freestyle não possa participar da prova. “Estou 100% no lucro. Eu foquei os meus treinamentos como se estivesse garantido na disputa. A motivação foi tanta que nestes dois meses de trabalho aumentei bastante o meu nível técnico”, contou. “Não vou torcer para que haja algum tipo de problema com os pilotos, mas se tiver a oportunidade estarei pronto. Irei andar na pista de qualquer jeito, durante os treinamentos”, acrescentou.
O maior evento de esportes de ação do mundo vai até o dia 21 e terá transmissão ao vivo pela ESPN, com comentários do piloto Jeff Campacci nas provas de Motocross Freestyle. Para conferir a programação e os locais das provas, clique aqui.
“O coração está a mil, a expectativa é muito grande”, disse a mineira Marcella Gonçalves, que ficou emocionada ao ser convidada. “Serão apenas 10 meninas na corrida. Chorei de felicidade, o sonho de qualquer atleta de esportes de ação é participar do X Games. Espero evoluir cada vez mais e realizar uma meta, que é competir fora do país”, continuou. A outra representante nacional no Enduro X será Mariana Balbi.
Entre os homens, o gate terá 24 lugares e apenas 12 atletas avançam para a bateria final. “Vai ser incrível competir em casa e entre os melhores do mundo. Fiquei bastante feliz por ter sido convidado”, contou Bottrel. Rigor Rico participou recentemente de duas etapas do Mundial de Enduro FIM e ficou satisfeito com o reconhecimento. “É uma honra para mim, este convite mostra que estou no caminho certo. A competição será de alto nível técnico e se conseguir estar na final será uma grande conquista”, concluiu Rico.
MX Freestyle - Fred Kyrillos estará a postos caso algum dos atletas convocados do Freestyle não possa participar da prova. “Estou 100% no lucro. Eu foquei os meus treinamentos como se estivesse garantido na disputa. A motivação foi tanta que nestes dois meses de trabalho aumentei bastante o meu nível técnico”, contou. “Não vou torcer para que haja algum tipo de problema com os pilotos, mas se tiver a oportunidade estarei pronto. Irei andar na pista de qualquer jeito, durante os treinamentos”, acrescentou.
O maior evento de esportes de ação do mundo vai até o dia 21 e terá transmissão ao vivo pela ESPN, com comentários do piloto Jeff Campacci nas provas de Motocross Freestyle. Para conferir a programação e os locais das provas, clique aqui.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Moto 1000 GP: Chegada de estrangeiros aumenta expectativa de Brasileiros.
Experiência de confronto com pilotos de mais seis países é vista
pelos destaques nacionais do campeonato como oportunidade de evolução.
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| Sérgio Sanderson |
Fonte: Grelak Comunicação.
A terceira temporada do Moto 1000 GP terá início no próximo fim de semana, entre sexta-feira (19) e domingo (21), com as provas do GP Petrobras no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, São Paulo (SP). Agora valendo os títulos do Campeonato Brasileiro nas categorias GPR 250, GP 600, GP Light/GP Máster e GP 1000, a competição organizada por Gilson Scudeler vai contar com pilotos de vários países – as disputas de 2013 vão confrontar os brasileiros com representantes da França, da Espanha, de Portugal, da Itália, da Argentina e da Venezuela.
A maciça presença internacional proporcionará aos brasileiros a oportunidade de comparar e evoluir seus níveis de pilotagem competindo contra pilotos de escolas tradicionais. Estarão no grid o português Miguel Praia (Center Moto Racing Team), o italiano Sebastiano Zerbo (Team SBK Ducati Motors), o argentino Luciano Ribodino (Alex Barros Racing), campeão da GP 1000 no ano passado, o espanhol Alberto Lopes (Petronas Eurobike Team), além do francês Matthieu Lussiana (Center Moto Racing Team), que estará fora da primeira etapa da Moto 1000 GP para disputar as 24 horas de Bol d’Or, tradicional evento no circuito de Magny-Cours, na França, no mesmo fim de semana da etapa em São Paulo – a partir da segunda etapa, Lussiana cumprirá todo o calendário das disputas nacionais.
“É positiva a concorrência estrangeira, é uma evolução na categoria. São pilotos que vêm de competições fortes em seus países, correm com mais frequência, têm mais horas de pista. Penso que no início da temporada eles levarão vantagem, mas isso deve ser equilibrado depois”, explicou Murilo Colatreli, quarto colocado da categoria GP 1000 no ano passado, piloto da equipe Tato Racing.
Pierre Chofard, terceiro colocado na categoria GP 1000 em 2012, acredita que a “invasão estrangeira” será benéfica à categoria. “Acho válido estar no mesmo grid com eles. Não tive oportunidade de correr uma temporada inteira fora do Brasil, fiz apenas duas corridas, mas agora poderei enfrentá-los aqui”, complementa Chofard. Ele acha que a competição adquire um aspecto internacional, e que vai forçar os brasileiros a se aprimorarem. “Vai ter que acertar bem a moto, treinar forte para acompanhar a experiência e a técnica deles”, frisou.
Quem também reconhece que a briga pelos primeiros lugares não “será fácil” contra os estrangeiros é Alan Douglas, da Pitico Race, que foi campeão em 2011 e vice no ano passado na categoria principal, a GP 1000. ”Será um prazer correr com pilotos de vasta experiência. Vou dar meu melhor, mas eles são os favoritos”, acredita, destacando o currículo do português Miguel Praia. “Ele tem uma carreira internacional, competiu em mundiais, é um dos favoritos naturais”, considera.
A maciça presença internacional proporcionará aos brasileiros a oportunidade de comparar e evoluir seus níveis de pilotagem competindo contra pilotos de escolas tradicionais. Estarão no grid o português Miguel Praia (Center Moto Racing Team), o italiano Sebastiano Zerbo (Team SBK Ducati Motors), o argentino Luciano Ribodino (Alex Barros Racing), campeão da GP 1000 no ano passado, o espanhol Alberto Lopes (Petronas Eurobike Team), além do francês Matthieu Lussiana (Center Moto Racing Team), que estará fora da primeira etapa da Moto 1000 GP para disputar as 24 horas de Bol d’Or, tradicional evento no circuito de Magny-Cours, na França, no mesmo fim de semana da etapa em São Paulo – a partir da segunda etapa, Lussiana cumprirá todo o calendário das disputas nacionais.
“É positiva a concorrência estrangeira, é uma evolução na categoria. São pilotos que vêm de competições fortes em seus países, correm com mais frequência, têm mais horas de pista. Penso que no início da temporada eles levarão vantagem, mas isso deve ser equilibrado depois”, explicou Murilo Colatreli, quarto colocado da categoria GP 1000 no ano passado, piloto da equipe Tato Racing.
Pierre Chofard, terceiro colocado na categoria GP 1000 em 2012, acredita que a “invasão estrangeira” será benéfica à categoria. “Acho válido estar no mesmo grid com eles. Não tive oportunidade de correr uma temporada inteira fora do Brasil, fiz apenas duas corridas, mas agora poderei enfrentá-los aqui”, complementa Chofard. Ele acha que a competição adquire um aspecto internacional, e que vai forçar os brasileiros a se aprimorarem. “Vai ter que acertar bem a moto, treinar forte para acompanhar a experiência e a técnica deles”, frisou.
Quem também reconhece que a briga pelos primeiros lugares não “será fácil” contra os estrangeiros é Alan Douglas, da Pitico Race, que foi campeão em 2011 e vice no ano passado na categoria principal, a GP 1000. ”Será um prazer correr com pilotos de vasta experiência. Vou dar meu melhor, mas eles são os favoritos”, acredita, destacando o currículo do português Miguel Praia. “Ele tem uma carreira internacional, competiu em mundiais, é um dos favoritos naturais”, considera.
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