sexta-feira, 6 de novembro de 2020

No próximo domingo (dia 8) será realizado o GP de Valência da Moto2

O motor de corrida Triumph Moto2 de 765 cc é um desenvolvimento da motocicleta de estrada Street Triple RS 765 cc, líder da sua categoria, e produz 140 cv de potência.

Na última corrida da Moto2, o GP de Teruel, o piloto Sam Lowes manteve seu forte ritmo, conseguindo uma terceira vitória consecutiva para assumir a liderança do Campeonato Mundial, com sete pontos de vantagem no momento em que a temporada entra na sua reta final. Obtendo máxima vantagem do pneu traseiro macio da Dunlop, Lowes tornou-se o primeiro piloto da temporada a conquistar a pole, a vitória da corrida, recorde de volta mais rápida da corrida e recorde de volta absoluto no mesmo fim de semana. Lowes realmente foi dominante em Aragón, enquanto Luca Marini marcou apenas 5 pontos e Bezzecchi saiu sem ponto algum. Seu rival mais próximo na busca pelo título, Enea Bastianini, terminou em terceiro. Alguns números dessa última corrida:

Vencedor: S. Lowes
Pole position: 1m 51,296 – S. Lowes
Volta mais rápida: 1m 51,730 – S. Lowes
Velocidade máxima: 296 km/h – J. Martin
Recorde de volta mais rápida da corrida: 1m 51,730 – S. Lowes
Melhor tempo do circuito: 1m 51,296 – S. Lowes

A próxima corrida da temporada acontece neste domingo, dia 8, em Valência. Depois das longas e velozes retas de Aragón, essas próximas corridas levam a Moto2 a um circuito mais tortuoso e técnico – cerca de 17 segundos mais curto por volta. Nenhum piloto dos quatro primeiros do Campeonato conseguiu terminar no pódio nos últimos sete anos, e, do grid atual, somente Thomas Luthi e Jorge Navarro conseguiram esse feito, em 2019. Jorge Martin e Marcos Ramirez conseguiram pódios na Moto3. Podemos ter um 7º vencedor diferente em 2020?


sábado, 31 de outubro de 2020

Rally dos Sertões 2020: Ricardo Martins vence na Moto 1 e é segundo na Geral

Abrindo a prova no primeiro dia, Ricardo Martins foi o mais rápido na Moto 1 e segundo na geral; Túlio Malta fez o quinto na geral e segundo na Moto 2.
Ricardo Martins

Teve início neste sábado (31/10), com 585 km de percurso total e 205 de especial cronometrada, a disputa do Sertões 2020. Os pilotos da Yamaha IMS Rally Team tiveram um excelente desempenho e finalizaram ambos no Top 5. Ricardo Martins venceu a categoria Moto 1 (antiga Super Production) e Túlio Malta foi o segundo na Moto 2 (antiga Production Aberta). Na geral, os pilotos foram segundo e quinto, respectivamente.

Ricardo Martins foi o primeiro piloto a partir na madrugada deste sábado do Autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu e, após um deslocamento de 260 km, largou do Parque de Exposições de São João Batista do Glória para abrir a especial cronometrada de 205 km, que começou com uma zona de radar e velocidade controlada. O catarinense da Yamaha IMS Rally Team fez o trecho cronometrado com 3h49m42 e foi o melhor na categoria Moto 1 e ficando a apenas 24 segundos do primeiro colocado na classificação geral.

Com sua Yamaha WR450F, Túlio Malta foi o segundo colocado na categoria Moto 2 e finalizou no Top 5 da geral, terminando o dia com a quinta colocação. O mineiro de Lagoa da Prata acelerou praticamente no quintal de casa, já que usa a região da Canastra para os treinos e pode contar com muitos familiares e amigos na torcida, na beira da especial.

Os pilotos se deslocam para Brasília/DF, local da Bolha 1, sem acesso ao público e com a comitiva do rally isolada. Os pilotos não têm disputa neste domingo e se preparam para a primeira perna da etapa Maratona, na segunda-feira (2/11).

O percurso total da prova é de 4.567 quilômetros, sendo 1.842 de especiais cronometradas, passando por Minas Gerais, Goiás, DF e Tocantins, depois de largar de São Paulo. A chegada será no dia 7 de novembro, em Barreirinhas, no Maranhão. A prova também soma pontos para o Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country.

Resultados extraoficiais – Sertões 2020 - 1º etapa
Geral Motos
1) Bissinho Zavatti – 03:49:18
2) Ricardo Martins – 03:49:42 – WR450F – Yamaha IMS Rally Team
3) Jean Azevedo – 03:49:43
4) Tunico Maciel – 03:49:58
5) Tulio Malta – 03:51:08 – WR450F – Yamaha IMS Rally Team

Moto 1
1) Ricardo Martins – 03:49:42 – WR450F – Yamaha IMS Rally Team
2) Jean Azevedo – 03:49:43
3) Tunico Maciel – 03:49:58
4) Francisco Oliveira – 04:01:13

Moto 2
1) Bissinho Zavatti – 03:49:18
2) Tulio Malta – 03:51:08 – WR450F – Yamaha IMS Rally Team
3) Bruno Leles – 03:53:18 – WR450F – bLU cRU
4) Luciano Gomes – 03:53:57 – WR450F – bLU cRU
5) Emerson Loth – 03:54:25

Programação 28º Sertões
1/11, domingo – Dia de Deslocamento e Manutenção

2ª etapa – 2/11, segunda-feira – ETAPA MARATONA RENÊ MELLO
Total: 519 km, sendo 353 km de trechos cronometrados

3ª etapa – 3/11, terça-feira – ETAPA MARATONA PAULO GONÇALVES
Total: 369 km, sendo 200 km de trechos cronometrados

4ª etapa – 4/11, quarta-feira
Total: 641 km, sendo 329 km de trechos cronometrados

5ª etapa - 5/11, quinta-feira
Total: 612 km, sendo 337 km de trechos cronometrados

6ª etapa - 6/11, sexta-feira
Total: 791 km, sendo 300 km de trechos cronometrados

7ª etapa - 7/11, sábado (chegada em Barreirinhas/MA)
Total: 512 km, sendo 280 km de trechos cronometrados

Total: 4.567 km
Especiais: 1.842 km

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Número de motoboys aumenta com a crise

O aumento na demanda pelos serviços de delivery e o crescimento no número de desempregados durante a pandemia geraram uma alta no número de motociclistas nas ruas. 

A maior visibilidade contribuiu para melhorar a percepção dos motoboys na população, uma vez que esses profissionais continuaram se expondo ao risco de contaminação para fazer entregas a quem pôde e ainda pode se manter em casa.

"Agora o motoboy é visto como uma pessoa do bem, que ajuda o próximo", declara Matheus Mesquita, 25. Entregador de um supermercado no Rio de Janeiro, ele diz que a oferta de trabalho cresceu.

Assim como Matheus, o estudante Breno Patrizi, 22, afirma que sem a moto seria mais difícil encontrar uma ocupação neste momento de redução da atividade econômica. Após ser demitido do estágio, Breno passou a fazer da motocicleta sua fonte de renda. Atualmente, trabalha como entregador em Niterói (RJ). "Como recebo na hora, sempre dá para ajudar em casa", diz.

Segundo o sociólogo especializado em trânsito Eduardo Biavati, apesar da recente explosão no número de motos em circulação, o crescimento das vendas vem desde os anos 2000, como resultado de incentivos à indústria e facilitação do crédito. "Muitas pessoas continuaram longe de poder arcar com um carro, mas conseguiram comprar uma motocicleta."

Hoje, as motos ultrapassam 28 milhões de unidades e já são mais comuns que os carros em 40% dos municípios, de acordo com os dados do Registro Nacional de Veículos. Segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a venda de motos em agosto cresceu 12,7% em comparação a julho e alcançou o melhor volume do ano. As 95.998 unidades comercializadas no mês passado superam em 8,3% agosto de 2019.

Importantes na geração de renda, as motocicletas continuam no topo da lista de acidentes. De acordo com dados do seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), 79% dos benefícios pagos no 1º semestre deste ano foram destinados a vítimas de acidentes envolvendo motos.

O impacto no sistema de saúde é enorme. Dados do Ministério da Saúde mostram que, de cada dez atendimentos no SUS (Sistema Único de

Saúde) por acidente, oito são de motociclistas. Em 2017, segundo a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), o gasto da rede pública com internações de motociclistas acidentados foi de quase R$ 164 milhões.

Marcos Silva (nome fictício), 42, é uma dessas vítimas. Exentregador, sofreu um acidente no dia de folga e passou por 13 cirurgias pagas pelo SUS. Desde então, está afastado de qualquer trabalho. "Eu pagava a faculdade com o dinheiro das entregas. Agora, a renda caiu bastante. Não consigo trabalhar por causa das dores e, por andar de muleta, também não consegui renovar o benefício do INSS."

As condições de trabalho desfavoráveis são um dos fatores que levam a acidentes, segundo Edgar da Silva, presidente da Associação dos Motofretistas de Aplicativos e Autônomos do Brasil e motociclista há 19 anos em São Paulo. "Um motociclista mal alimentado, com o veículo precarizado, trabalhando por muitas horas, tem como resultado o acidente", diz. Para ele, porém, a raiz do problema está na formação dos condutores, que pouco aprendem nas autoescolas.

O diretor do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurelio Ramalho, concorda. "Muitos motociclistas conseguem a habilitação sem estarem preparados", afirma. Ele considera insuficientes o conteúdo teórico e o treinamento fornecido nos departamentos de trânsito. "É preciso treinar a percepção de risco. Isso se faz com aulas e exames na rua, não adestrando o aluno para passar no teste", diz.

Apesar dos altos números de acidentes, especialistas afirmam que é possível aproveitar os benefícios das motos, como baixo custo e agilidade, reduzindo os riscos à integridade física dos motociclistas.

Eduardo Biavati, sociólogo especializado em trânsito, lista algumas medidas de cunho viário que poderiam garantir maior segurança, como ruas melhor pavimentadas, iluminação eficiente, ajuste na posição de placas de trânsito e a criação de "bolsões" para separar motos e carros nos semáforos, ideia que já vem sendo implementada em cidades como São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Curitiba.

"A moto, isoladamente, não é o problema", afirma Biavati. O que é preciso, diz, é implantar políticas públicas que efetivamente transformem as motocicletas em aliadas no trânsito. "Diferentemente do que muita gente pensa, o motociclista não é um suicida."

Bike vira fonte de renda e projetos sociais ensinam mulheres da periferia a pedalar

aracaju Ainda no início da pandemia, a OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou o informativo Movendo-se durante o Surto da Covid recomendando os deslocamentos a pé ou de bicicleta como formas mais seguras de se locomover pelas cidades.

Belo Horizonte entendeu o recado e já havia implantado, até julho, 30 km de ciclofaixas emergenciais interligando a região central com as zonas leste e oeste. Em outros países, cidades como Bogotá, Paris e Londres também seguiram a recomendação da OMS.

"As ciclofaixas emergenciais refletem este momento específico da história, no qual temos a bicicleta como alternativa à aglomeração em trajetos de pequena e média distância", afirma Gaia Lourenço, coordenadora da Ameciclo (Associação Metropolitana de Ciclistas do Recife), projeto criado em 2013 com o objetivo de sugerir alternativas ao transporte urbano.

No Recife, a Ameciclo chegou a propor a implantação de ciclofaixas emergenciais durante a pandemia a partir de um projeto de baixo custo baseado no Plano Diretor Cicloviário do Grande Recife, de 2014. "Dos 590 km previstos para serem criados em até dez anos, apenas 20% foram construídos", diz Gaia. "A Câmara dos Vereadores aprovou três vezes um requerimento, mas serve só como pressão, não tem valor efetivo."

Como forma de reduzir os riscos na pandemia, em abril, a associação criou uma ação para ciclo-entregadores, distribuindo álcool em gel e equipamentos de segurança, além de oferecer manutenção das bicicletas. "É um modo de trabalho que a gente viu crescer com a chegada do novo coronavírus. Precisamos incluir esses entregadores na mobilidade urbana", diz Gaia.

O serviço de entregadores por aplicativo aumentou não só no Recife, mas em todo o país. Apesar de não haver um recorte apenas para os ciclistas, estimativa feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada neste ano, apontou que existem 645 mil trabalhadores cadastrados em aplicativos de entregas de refeições somente em São Paulo. Um aumento de 158% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Morador da região metropolitana de Aracaju (SE), Jefferson Santos Brito, 20, é entregador ciclista. Desempregado, vive com a mãe, o irmão e o padrasto, e viu nos aplicativos uma oportunidade de complementar a renda familiar na pandemia. "Precisava ajudar a minha mãe, então comprei uma bicicleta e comecei a fazer entregas."

Sobre duas rodas, percorre 60 km por dia. "Muitos entregadores falam que o motorista não respeita quem está de bike. Isso acontece porque a bicicleta é um meio oculto no trânsito. Fora da ciclovia é uma luta contra os carros, mas no contexto da pandemia me sinto mais seguro."

Juno, 24, trabalha como garçonete no restaurante em que Jefferson costuma buscar entregas. Desde setembro, ela voltou a se deslocar de bicicleta. "Neste momento ter bike é um alívio", afirma.

Visando novas estratégias de geração de renda para mulheres negras e moradoras da periferia, Lívia Suarez, 33, e Maylu Isabel, 25, criaram em Salvador o empreendimento social La Frida Café Bike.

Em 2017, elas lançaram o Preta Vem de Bike, ação que já ensinou mais de 500 mulheres a andar de bicicleta. Durante a pandemia, o La Frida criou um serviço de compartilhamento gratuito de bicicletas para entregadores. "O Compartilhamento La Frida surgiu de uma demanda de mulheres que estavam buscando a alternativa da entrega", explica Lívia Suarez.

O Pedal na Quebrada, que atua em São Paulo, também incentiva mulheres da periferia a se deslocarem de bicicleta. Jô Pereira, cicloativista e fundadora do projeto, explica a necessidade de construir cidades onde a bicicleta seja uma prioridade.

"Garantir o uso da bike como principal meio de transporte na pandemia é viabilizar a segurança dos cidadãos. Além disso, permite construir uma nova cultura de inclusão desse meio de transporte no nosso deslocamento diário."

Veículo: FOLHA DE S. PAULO - SP
Editoria: ESPECIAL
Tipo notícia: Matéria
Data: 13/10/2020
Autor: Amanda Andrade e Diogo Bugalho Ilustrações Kleverson Mariano

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

BMW anuncia taxa zero para a linha G 310

Está afim de uma pequena e linda moto Premium? Pois esta pode ser a sua oportunidade.

Além de taxa especial para todos os modelos e três primeiras revisões e emplacamento gratuitos em outubro

Além de oferecer taxa 0% para os modelos G 310; a marca oferece para todos os modelos taxa reduzida de 0,69% a.m. no Plano Select; Todas as motocicletas BMW Motorrad adquiridas no período serão contempladas com as três primeiras revisões e emplacamento gratuitos; Clientes podem incluir acessórios e equipamentos no financiamento
A BMW  Brasil apresenta condições especiais para todo o portfólio da marca até o final de outubro. As oportunidades – oferecidas por intermédio da BMW Serviços Financeiros – para os modelos G 310 GS e G 310 R incluem taxa 0% a.m., com 40% de entrada e saldo de até 24 meses. Deste modo, o financiamento pode ser composto por entrada de R$ 11.800,00 mais 24 parcelas mensais de R$ 771,12 para a G 310 GS e entrada de R$ 11.000,00 mais 24 parcelas mensais de R$ 721,12 para a G 310 R.




 


sábado, 29 de agosto de 2020

Gregório Caselani lidera as motos no Rally Jalapão

Prova válida como abertura do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country termina neste sábado (29/8), no oeste da Bahia

Após dois dias de disputas no Rally Jalapão, no oeste da Bahia, o gaúcho Gregório Caselani, da equipe Honda Racing, segue na liderança das motocicletas com a CRF 450RX. Neste sábado (29/8), a terceira e última etapa da prova terá 333 quilômetros, incluindo 163 de especiais. A competição é válida como abertura do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country.

Caselani foi o segundo mais rápido na etapa desta sexta-feira (28/8), seguido pelo companheiro de equipe Jean Azevedo - que sobe para o quarto lugar da classificação geral. O dia incluiu 424 quilômetros, 255 deles de especiais (trechos cronometrados). Tunico Maciel, que estava na vice-liderança da prova, teve problemas por volta do km 200 da especial e não completou. O primeiro colocado da etapa foi o francês Adrien Metge, sendo que os resultados são extraoficiais.

“A segunda etapa foi parecida com o primeiro dia de prova. Havia uns 60 km de trecho inédito, com terreno similar. Fiz uma boa prova e espero buscar a vitória do Rally Jalapão na etapa final”, conta Caselani, que também lidera a classe Super Production. “A expectativa é de que o roteiro seja parecido, mas com alguns desvios”, acrescenta.

Jean Azevedo completa: “A especial foi longa, com mais de 250 km, e mesclou piso de areia e de cascalho. A minha CRF 450RX está 100% para a etapa final”.

Por conta dos protocolos de segurança e saúde em função da pandemia de coronavírus, o parque de apoio do evento é isolado, sem a presença de público, e o roteiro tem como palco propriedades privadas da zona oeste da Bahia. O percurso total do Rally Jalapão inclui cerca de mil quilômetros, sendo aproximadamente 700 de especiais.

Bissinho Zavatti manteve o primeiro lugar da categoria Rally Brasil, direcionada aos produtos de fabricação nacional. O piloto da equipe Honda Racing acelera a motocicleta CRF 250F. Quatro dos cinco atletas mais rápidos da categoria optaram pelo mesmo modelo, sendo que o Top 5 tem domínio completo da Honda, já que há um piloto competindo com a XRE 300.

Sexto Rally do Jalapão - Resultados acumulados após dois dias de prova (extraoficiais)
Classificação Geral Motos
1 - #2 - GREGÓRIO CASELANI - 6:13:53 - HONDA CRF 450RX
2 - #12 - ADRIEN METGE - 6:15:46
3 - #3 - RICARDO MARTINS - 6:25:51
4 - #4 - JEAN AZEVEDO - 6:26:34 - HONDA CRF 450RX
5 - #5 - TULIO MALTA - 6:45:24
10 - #11 - BISSINHO ZAVATTI - 7:12:38 - HONDA CRF 250F

Categoria Super Production
1 - #2 - GREGÓRIO CASELANI - 6:13:53 - HONDA CRF 450RX
2 - #12 - ADRIEN METGE - 6:15:46
3 - #3 - RICARDO MARTINS - 6:25:51
4 - #4 - JEAN AZEVEDO - 6:26:34 - HONDA CRF 450RX

Categoria Rally Brasil
1 - #11 - BISSINHO ZAVATTI - 7:12:38 - HONDA CRF 250F
2 - #22 - ANDRE BEZERRA - 7:46:42 – HONDA XRE 300
3 - #41 - LEONARDO MARTINS - 7:57:22 - HONDA CRF 250F
4 - #39 - JOAO PEDRO AZEVEDO - 8:19:40 - HONDA CRF 250F
5 - #26 - YPIRANGA CORTEZ JR - 8:47:03 - HONDA CRF 250F

Resultados da 2ª etapa (extraoficiais)
Classificação Geral Motos
1 - #12 - ADRIEN METGE - 02:55:51
2 - #2 - GREGÓRIO CASELANI - 02:57:02 - HONDA CRF 450RX
3 - #4 - JEAN AZEVEDO - 03:02:01 - HONDA CRF 450RX
4 - #3 - RICARDO MARTINS - 03:03:36
5 - #8 - BRUNO LELES - 03:10:19
12 - #11 - BISSINHO ZAVATTI - 03:26:52 - HONDA CRF 250F

Categoria Super Production
1 - #12 - ADRIEN METGE - 02:55:51
2 - #2 - GREGÓRIO CASELANI - 02:57:02 - HONDA CRF 450RX
3 - #4 - JEAN AZEVEDO - 03:02:01 - HONDA CRF 450RX
4 - #3 - RICARDO MARTINS - 03:03:36

Categoria Rally Brasil
1 - #39 - JOAO PEDRO AZEVEDO - 03:22:06 - HONDA CRF 250F
2 - #11 - BISSINHO ZAVATTI - 03:26:52 - HONDA CRF 250F
3 - #22 - ANDRE BEZERRA - 03:36:05 – HONDA XRE 300
4 - #41 - LEONARDO MARTINS - 03:46:37 - HONDA CRF 250F
5 - #26 - YPIRANGA CORTEZ JR - 04:33:24 - HONDA CRF 250F

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Yamaha reforça Equipe Monster Energy Geração 2020

Mayara Basso

Equipe revela reforços para lutar pelos títulos em cinco categorias

A Yamaha Monster Energy Geração - time de motocross da Yamaha Racing Brasil - apresenta nesta quarta-feira, 22, novidades para a temporada 2020 com acréscimo de três atletas em seu esquadrão.

A novidade na principal categoria, a MX1, é Fábio Santos. O tricampeão brasileiro de MX2 agora vai disputar o Brasileiro de Motocross a bordo da YZ450F, além de lutar também pelo Arena Cross Brasil. Pela idade, Fabinho ainda poderia buscar o Tetra na MX2, mas em acordo com a equipe, decidiu dar este importante passo na carreira ao subir para a categoria mais importante do campeonato.
O pentacampeão brasileiro Carlos Campano está mantido no time e, além de disputar o Brasileiro de Motocross, encara as disputas do Campeonato Espanhol. Seu companheiro Paulo Alberto fará sua segunda temporada a bordo da YZ450F e defenderá as cores da Yamaha no Brasileiro de 
Carlos Campano
Motocross, Campeonato Português, além de buscar o quinto título no Arena Cross Brasil.

Tallys Nathan, bicampeão na categoria MX2JR, segue representando o time na categoria MX2. Após um ano de 2019 marcado pela lesão que sofreu na terceira rodada do Brasileiro de Motocross, o pernambucano entra 2020 recuperado e cheio de boas expectativas.

A vaga aberta na categoria MX2 com a promoção de Fabio Santos para a MX1, agora será ocupada pelo paranaense Pepê Bueno, vice-campeão da categoria em 2018. Pepê já vinha se destacando nos últimos anos como piloto privado que havia escolhido a Yamaha, e agora realiza o sonho de estar em um time oficial da marca.

Um dos grandes anúncios antecipados nesta temporada aconteceu quando a gaúcha Maiara Basso foi 
Fábio Santos
apresentada como representante na categoria MXF, no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. A pentacampeã brasileira de motocross e tetracampeã brasileira de velocross vai lutar pelos títulos nas duas modalidades nesta temporada pilotando uma YZ250F da Yamaha Monster Energy Geração.

A Yamaha Monster Energy Geração também apresenta o jovem Vitor Hugo Borba, de 13 anos, para defender o time na categoria Júnior com sua YZ85LW. A contratação mostra a intenção da Yamaha em fomentar cada vez mais as categorias de base para que o esporte se fortaleça com novos talentos. O jovem catarinense disputará o Brasileiro de Motocross e o Catarinense de Motocross.

Tallys Nathan
Com um time forte e estruturado, a Yamaha Monster Energy Geração briga por títulos em cinco 
categorias - MX1, MX2, MX Elite, MXF e MX-JR -, para manter sua hegemonia, já que é a equipe que mais venceu no Brasileiro de Motocross na década atual.



Pepê Bueno
Vitor Borba

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Corrida Yamalub R3 CUP 2020 terá grandes novidades,(veja aqui).

Campeonato será transmitido  ao vivo a partir de 8 de agosto no YouTube. Acompanhe!

 A temporada 2020 da Yamalube R3 Cup está prestes a começar. Com grid lotado e garantia de grandes disputas, a competição monomarca da Yamaha neste ano de 2020 será realizada junto ao Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, começando no dia 8 de agosto, em Goiânia.

"Pensamos em uma competição que é capaz de criar novos pilotos e também atender os mais experientes com um custo baixo para cada um deles. E temos tido sucesso aqui no Brasil, trazendo novos adeptos e exportando atletas como o Ton Kawakami, que já vai para a segunda temporada de Mundial de Superbike, oriundo da R3 Cup. Temos orgulho em dizer que as vagas deste ano na Yamalube R3 Cup se esgotaram em menos de 24 horas", conta Alan Douglas, gestor da competição.

Outra iniciativa da Yamalube R3 Cup 2020 é referente à sustentabilidade. Todo gasto de carbono, desde o transporte das motos até a logística dos pilotos para se deslocarem para as corridas, será compensado em parceria com a iPlantForest, que realiza reflorestamento em larga escala, possibilitando a recuperação de áreas degradadas ou o plantio de novas áreas com o objetivo de compensar o carbono emitido. Assim, a Yamalube R3 Cup também se preocupa com o pilar da sustentabilidade e contribui para a preservação e melhoria do nosso planeta.

O calendário da temporada será realizado em cinco rodadas, e dez etapas - são duas corridas por final de semana, uma no sábado e outra no domingo - nos autódromos de Curvelo/Minas Gerais, Goiânia/Goiás e Cascavel/Paraná.

As corridas terão completa estrutura de divulgação, com transmissões ao vivo e produção de conteúdo para as redes sociais. Fique ligado!
Calendário* fique ligado:
1) 8 e 9 de agosto / Goiânia - GO
2) 26 e 27 de setembro / Curvelo - MG
3) 31 de outubro e 1º de novembro / Curvelo - MG
4) 21 e 22 de novembro / Cascavel - PR
5) 12 e 13 de dezembro / Goiânia - GO
*sujeito a alterações


Programação dos finais de semana de corrida:
Sexta-feira
Treinos livres / Duas sessões de 30 minutos (ou 3 de 25 minutos)

Sábado
Treinos classificatórios / Duas sessões de 20 minutos
Corrida

Domingo
Warmup
Corrida
Yamalube R3 Cup

Coordenador: Alan Douglas
Lista de pilotos:
ALEX SCHULTZ- 37 anos - São Paulo
BRAYANN DOS SANTOS SILVA - 13 anos -São Paulo
CAIQUE LANNA DE MENEZES - 15 anos - Brasília
CAUÃ RODRIGUES PINHEIRO - 13 anos - Embu-Guaçu
EDINHO PICOLOKO - 43 anos - São Paulo
EDUARDO BURR - 14 anos - Carapicuíba
ENZO MACCAPANI - 17 anos - São Paulo
FABIO FLORIAN - 16 anos - Mairiporã
FLÁVIO BRITO - 44 anos - São Paulo
GUILHERME SOARES - 23 anos - Novo Hamburgo
GUSTAVO MANSO - 15 anos - Carapicuíba
HENRIQUE FRANCO - 23 anos - São Paulo
HUMBERTO CEZAR TURQUINHO - 14 anos - Osasco
JOÃO ARRATIA - 13 anos - Brasília
JOÃO FASCINELI - 15 anos - Motuca
JOSÉ ALTAIR TICO - 44 anos - Montes Claros
KAKÁ FUMAÇA - 17 anos - Brasília
KEVIN FONTAINHA - 13 anos - São Paulo
LEO MANELLA - 17 anos - Londrina
LUCCA AUGUSTO - 14 anos - Brasília
LUIS HENRIQUE TAVARES KIK - 37 anos - São Paulo
MARINHO SALLES - 12 anos - Curitiba
MATHEUS MACHADO - 16 anos - São Paulo
MICHEL VELLUDO - 25 anos - Ribeirão Preto
MIGUEL HENRIQUE - 14 anos - Rio de Janeiro
NÉSTORE GUARINO - 62 anos - Belém
PEDRO BALLA - 13 anos - Embu-Guaçu
PIERRE BALDUCCI - 47 anos - São Paulo
RAFAEL PALMIERI RIZADA - 37 anos - Mandaguaçu
RAFINHA FERNANDES - 17 anos - Brasília
RENAN FUI - 20 anos - Mogi das Cruzes
RICARDO CASTILHO - 40 anos - São Paulo
RONALDO GUIMARÃES - 54 anos - São Paulo
RUBENS MESQUITA - 15 anos - São Paulo
SARAH CONESSA - 20 anos - Brasília